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Equipe Diario Carioca

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Bia, eleita a melhor bloqueadora da Superliga, projeta novas conquistas para 2018

O ano de 2017 vai ficar marcado na memória de Bia por grandes conquistas. Com a seleção brasileira, levantou os títulos do Grand Prix - com direito a premiação como melhor central da competição - e do Campeonato Sul-Americano, além da medalha de prata na Copa dos Campeões. Pelo Vôlei Nestlé, conquistou o hexacampeonato paulista e lidera as estatísticas da Superliga como a melhor bloqueadora. Raçuda, guerreira e explosiva, ela quer mais em 2018. “Vivi experiências incríveis e vou seguir lutando para continuar evoluindo” atesta. “Quero estar no Campeonato Mundial com a seleção e na final da Superliga pelo Vôlei Nestlé. E quero ganhar as duas competições. Sei que vestir a camisa do Brasil é consequência do trabalho no clube e pretendo iniciar 2018 ainda mais concentrada, com as energias renovadas e fazer um returno do nacional ainda melhor. E esse não é só um sentimento meu, mas de todo o grupo de Osasco”, garante a central, bloqueadora mais efetiva da Superliga, com 51 pontos marcados. Evolução é uma palavra constante no vocabulário de Bia. Juntamente com os títulos, os números comprovam o crescimento da atleta de 25 anos. Em 27 de dezembro de 2016, a central do Vôlei Nestlé também liderava as estatísticas de bloqueio, com 35 pontos marcados. Agora, termina o ano com 51 acertos, 16 a mais em relação ao mesmo período da temporada anterior, o que representa um aumento de 45% no desempenho da atleta no fundamento. “O resultado em quadra é fruto de muito treino e dedicação, de manter o foco no trabalho para buscar uma melhora constante”, atesta. Bia sabe que chegar à seleção, e chegar bem para ser titular, é reflexo do suor estampado na camisa do clube. “Cheguei muito mal fisicamente no Vôlei Nestlé em 2016 e consegui melhorar muito em Osasco, evoluir em todos os quesitos, técnicos e físicos, e sou muito grata pelo apoio e dedicação da Comissão técnica e minhas companheiras. A consequência disso foi representar o Brasil e conquistar títulos coletivos e premiação individual”, afirma a central. Raça a toda prova - Sobre o estilo explosivo em quadra, Bia é direta: “Minha mãe sempre fala: `porque você é assim e briga tanto?’ Mas sempre fui desse jeito, desde novinha, sempre briguenta, raçuda. Não quero perder em nada, quero ganhar sempre e em qualquer coisa. Tenho isso dentro de mim. Às vezes até atrapalha um pouco, quando não consigo executar como queria, vem uma raiva maior, mas é uma coisa que é minha. Vou comemorar intensamente a cada ponto e fazer o meu melhor para vencer e melhorar sempre. Me imponho metas e busco fazer o que determinei até conseguir”. A sede de conquistas começa pelo Vôlei Nestlé. “Quero muito voltar à decisão da Superliga e agora vamos ganhar. Na temporada passada fizemos um grande campeonato, chegamos à final e fomos superadas em um 3 sets a 2 digno da rivalidade e tradição do clássico Osasco e Rio de Janeiro. Mas fica uma frustração por não ter levantado o título e agora vamos com tudo em busca dessa vitória”, explica Bia, que completa. “Oscilamos no primeiro turno, mas apresentamos melhoras e tenho certeza que faremos um returno muito melhor para entrar na fase final jogando em alto nível, pois todas sabemos da margem de evolução da nossa equipe”. Carreira de sucesso - Campeã da Superliga pelo Vôlei Nestlé na temporada 2011/12, com apenas 20 anos, Bia deixou o clube na sequência e ficou no Sesi-SP de 2012 até 2015. Antes do time de Osasco, que na época se chamava Sollys, a central vestiu também a camisa do Praia Clube. Nascida em Sorocaba, teve uma carreira de sucesso nas categorias de base, conquistando o Campeonato Mundial Infanto-Juvenil, na Tailândia, em 2009, e o vice da mesma competição no Juvenil, em 2011, no Peru. SUPERLIGA 2017/18 2º Turno 19/12 – Vôlei Nestlé 3 x 1 Hinode Barueri – Osasco 22/12 – Renata Valinhos Country 0 x 3 Vôlei Nestlé – Valinhos 09/01 – 19h30 - Vôlei Nestlé x São Cristóvão Saúde/São Caetano – Osasco 12/01- 21h30 - Pinheiros x Vôlei Nestlé – São Paulo (Sportv) 27/01 – 15h –Vôlei Nestlé x Fluminense – Osasco (Rede TV!) 30/01 – 20h – BRB Brasília Vôlei x Vôlei Nestlé – Taguatinga 02/02 – 19h30 –Vôlei Nestlé x Vôlei Bauru – Osasco 07/02 – 20h - Camponesa/Minas x Vôlei Nestlé – Belo Horizonte 16/02 – 19h30 –Vôlei Nestlé x Dentil/Praia Clube – Osasco 23/02 – 19h30 –Vôlei Nestlé x Sesi – Osasco 02/03 – a definir – 21h30 - Sesc/RJ x Vôlei Nestlé – Rio de Janeiro 1º Turno 17/10 - Hinode Barueri 1 x 3 Vôlei Nestlé - Barueri 20/10 - Vôlei Nestlé 3 x 2 Renata Valinhos Country – Osasco 31/10 - São Cristóvão Saúde/São Caetano 1 x 3 Vôlei Nestlé – São Caetano 03/11 - Vôlei Nestlé 3 x 0 Pinheiros – Osasco 07/11 – Fluminense 3 x 2 Vôlei Nestlé – Rio de Janeiro 10/11 – Vôlei Nestlé 3 x 0 BRB Brasília Vôlei – Osasco 14/11 – Vôlei Bauru 2 x 3 Vôlei Nestlé – Bauru 18/11 - Vôlei Nestlé 2 x 3 Camponesa/Minas – Osasco 24/11 – Dentil/Praia Clube 3 x 1 Vôlei Nestlé – Uberlândia 30/11 – Sesi 0 x 3 Vôlei Nestlé – Santo André 08/12 – Vôlei Nestlé 2 x 3 Sesc/RJ – Osasco

Museu de Arte do Rio oferece gratuidade a servidores públicos em dezembro

Até o final do mês, servidores públicos municipais, estaduais e federais têm gratuitade (com direito a um acompanhante) no Museu de Arte do Rio (MAR), na Praça Mauá. Para aproveitar o benefício, basta apresentar o crachá, carteira funcional ou contracheque na bilheteria e retirar os ingressos. Quatro exposições estão abertas aos visitantes, com programação especial este mês, que inclui atividades educativas, oficinas de artes e visitas guiadas. Alunos e professores da rede pública de Ensino Fundamental, crianças com até cinco anos de idade, pessoas com mais de 60 anos, servidores de museus e guias turísticos também entram de graça no MAR durante todo o ano. O Museu de Arte do Rio (MAR) fica na Praça Mauá, 5.

Lucio Salvatore apresenta “Metaelementi” no MAM

Primeira individual do artista italiano no MAM Rio reúne trabalhos inéditos de sua trajetória, de 2004 até hoje

No Centro Cultural Light, exposição aborda experiências em família

A mostra 'Lapso e queda' reúne desenhos, fotos, vídeos, objetos e até performances

FotoArte: 20 artistas visuais expõem no Rio de Janeiro

Entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro, a FotoArte vai apresentar as obras de 20 artistas (15 fotógrafos e 5 artistas visuais), na Galeria Oriente. Idealizada pelo Ateliê Oriente e produzida pela Nozes Comunicação, a primeira edição desta feira dedicada à fotografia e às artes visuais foi pensada como um espaço para os artistas exporem e comercializarem as suas criações sem intermediários. A entrada é gratuita e as obras custam de R$ 500 a R$ 7.000. "Não foi fácil chegar aos 20 trabalhos que estabelecemos como o ideal. Vários trabalhos potentes ficaram de fora", conta Kitty Paranaguá, sócia de Ana Dalloz, Thiago Barros e Paulo Marcos no Ateliê Oriente, referência em fotografia na cidade. Dos artistas escolhidos, se destacam Cesar Barreto, Lucas Gibson e a dupla Ana Quintella e Talitha Rossi. "As fotos de Cesar são de uma delicadeza incontornável e me lembraram muito às de Karl Blosfeldt, no começo do século XX. Lucas vem com uma fotografia visceral. Ele usa a câmera como passaporte para entrar em outros universos. E o trabalho de Ana e Talitha mistura fotografia com objetos de um jeito surpreendente", enumera Paulo Marcos. O júri foi composto por ele e os seus sócios no Ateliê Oriente, pelo colecionador e idealizador do Museu da Fotografia, Silvio Frota, e pelo coordenador do FotoRio, Milton Guran. Aliás, nos moldes do legendário FotoRio, a FotoArte também vai realizar quatro encontros gratuitos entre especialistas e público. Debates e lançamentos Os temas "Livros de artistas e Livro inventado" e "Feiras e festivais de fotografia" serão discutidos na quinta, 30 de novembro. Já os assuntos "Fotografia contemporânea e seus desdobramentos" e "O papel do curador" estão previstos para a sexta, 1º de dezembro. Nomes e horários a confirmar. E, no sábado, dia 2, haverá dois lançamentos: da coleção de livros "Dominó", uma correspondência visual trocada entre os seis autores - Ângela Márcia, Glória Mota, Magali Rios, Márcia Magda, Lucia Dias e Walter Vinagre. Como um repente nordestino, a cada imagem apresentada, outra vem na sequência, como uma resposta à imagem anterior. E também chegará às mãos do público a revista Umbu, com ênfase na produção fotográfica latino-americana. Uma feira maior no ano que vem A FotoArte 2018 já está em fase de captação. Será realizada na Praça Luís de Camões, tanto na parte externa quanto dentro do Memorial Municipal Getúlio Vargas. A ideia é criar uma Arena FotoArte toda constituída por containers navais para expôr as obras. Os organizadores estimam reunir cerca de 160 criações variadas e realizar algo perto de 10 mesas redondas para se pensar a arte hoje. Os selecionados, em ordem alfabética Ana Quintella e Talitha Rossi Carolina Amorim Célio Delduque Cesar Barreto Claudia de Castro Barbosa Eduardo Mariz Elaine Eiger Fátima Rodrigues Felipe Fittipaldi Hugo Carmo Ira Etz João Lima Julien Paulus Julio Aldinger Larissa Camnev Lucas Gibson Pol Kurucz Rogerio Faissal Thomas Valentin Zeca Guimarães FOTOARTE, serviço:. ABERTURA: Dia 29 de novembro, das 18h às 21h30 CURTA TEMPORADA: De 30 de novembro a 2 de dezembro, das 14h às 19h ONDE: Ateliê Oriente / Galeria Oriente - Rua do Russel, 300 apto 401, na Glória E MAIS: Classificação livre e entrada gratuita. As obras custam de R$ 500 a R$ 7.000.

Gavin James lança novo single, “Hearts on Fire”

Após lançar seu álbum de estreia Bitter Pill, alcançar meio bilhão de reproduções no Spotify e fazer 500 shows para mais de 3 milhões de fãs em uma turnê que passou pelos Estados Unidos, Europa, América Latina, Ásia e Austrália, Gavin James se estabeleceu como um dos maiores artistas do último ano. Com todas essas conquistas alcançadas tão cedo em sua carreira, é difícil acreditar que Gavin James não é um nome reconhecido mundialmente. Porém, isso está prestes a mudar com o lançamento de “Hearts On Fire”, o primeiro single de seu novo álbum que tem previsão de lançamento para o ano que vem. https://open.spotify.com/album/0kPLIcZQoPpVF65AILCc0F Produzido por Steve Robson (One Direction, John Legend e James Bay) e co-escrito por Sam Romans (Little Mix, Mary J Blige e Rag ‘n’ Bone Man), “Hearts On Fire” tem um refrão contagiante e já é um favorito de seus fãs quando escutam ao vivo. Com suas apresentações cativantes, não é uma surpresa que Gavin James encontrou fãs entre alguns de seus colegas músicos. O resultado  foi convites para tocar com Ed Sheeran, Sam Smith e Niall Horan, entre outros. Ele também foi convidado a colaborar na faixa “Tired” do Alan Walker e “Moments” dos australianos Bliss n Eso. Não há dúvidas que com esses sucessos e seu hit “Nervous”, que chegou a número um em todo o mundo, Gavin James está no caminho de se tornar um astro global em 2018. https://youtu.be/Yz5tWl9-c9Y

Artista é sedado após atuação ser confundida com surto psicótico

No sábado, dia 28, em Caxias do Sul, Igor Cavalcante Medina, bailarino da Companhia Municipal de Dança da cidade, teve a sua performance confundida com um surto psicótico e foi conduzido até a ala psiquiátrica de um Pronto-Atendimento 24h, conhecido como Postão. O artista participava do evento 8º Caxias em Movimento, organizado pela Prefeitura da cidade. Apresentava a performance Fim, ao ar livre, na Praça João Pessoa, quando foi abordado por três guardas municipais e dois socorristas do Samu. Apesar de ser uma performance autorizada por escrito pela Prefeitura, o artista foi levado à força e amarrado em uma maca, na qual foi sedado no percurso até o Postão. A abordagem aconteceu por volta das 11h30 e o bailarino só foi liberado às 19h, quando a médica psiquiatra emitiu um laudo afirmando que Igor estava lúcido e consciente. A Companhia, que estreou em 1998, nunca viveu uma situação semelhante. A performance abordava questões de violência e exclusão social, associadas ao extermínio de pobres e negros, conforme informações que constam do seu material de comunicação: "O trabalho aborda a violência e põe o corpo em evidência para trazer à tona as diversas formas de brutalidade do cotidiano, sejam elas físicas ou psicológicas. Os corpos vão sendo envenenados até a total desumanização. Será que já não somos nada mais além de um mero pedaço de carne incapaz de sentir, incapaz de resistir, incapaz de se rebelar?" Igor vestia o figurino da performance (fios de arame em volta do corpo e um short curto) e declamava um poema na praça no momento da abordagem. Estava sozinho. O bailarino, em choque, decidiu se afastar brevemente de Caxias do Sul, mas nesta segunda-feira, 30, voltou aos ensaios na sede da Companhia. A prefeitura da cidade gaúcha se posicionou nesta segunda-feira, 30, por meio de uma nota oficial: "A prefeitura de Caxias do Sul informa que está apurando as informações sobre a abordagem ao bailarino da Cia. Municipal de Dança, realizada pela Guarda Municipal. A partir desta segunda-feira, 30, a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Proteção Social começará a ouvir os relatos dos envolvidos para esclarecer a situação e dar os encaminhamentos necessários. Logo os fatos sejam esclarecidos, a prefeitura voltará a se manifestar oficialmente sobre o caso". A performance não aconteceu. Igor Medina saiu com o figurino caminhando pela rua para ir até o local. https://youtu.be/bQtDWl4Iaag As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Botafogo vence Corinthians e incedeia o Brasileirão

Brenner e Igor Rabelo fizeram a alegria de botafoguenses, palmeirenses e santistas nesta segunda-feira. Com gols da dupla, o Botafogo venceu o Corinthians por 2 a 1, no Engenhão, voltou ao G6 e ajudou a dar um pouco de emoção para a disputa do título do Campeonato Brasileiro. O time de Fábio Carille vê a diferença para os vice-líderes cair para apenas seis pontos. Com o resultado, o Corinthians se manteve com 59 pontos, enquanto Palmeiras e Santos, que venceram seus jogos no final de semana, estão com 53 pontos. E na semana que vem, o time alviverde, que esta à frente pelo número de vitórias, tem um confronto direto contra o líder, no Itaquerão. Já o Botafogo chegou aos 47 pontos e ocupa a sexta posição. O Corinthians foi a campo com novidade na escalação. O técnico Fábio Carille decidiu colocar Marquinhos Gabriel no lugar de Romero, com o objetivo de aumentar as jogadas pela linha de fundo, mas não foi bem o que se viu em campo. O time alvinegro perdeu força na marcação em seu lado esquerdo e foi justamente por lá que o Botafogo chegou e criou boas oportunidades de gol. Com Guilherme Arana sobrecarregado na marcação, Arnaldo e, principalmente, Bruno Silva aproveitaram o espaço e chegaram em diversas situações até a linha de fundo. Apesar do domínio territorial do Botafogo em boa parte do primeiro tempo, quem teve a primeira oportunidade de abrir o placar foi o Corinthians e, justamente, com Marquinhos Gabriel. Em uma das raras vezes em que ele tentou uma jogada centralizada, arriscou um forte chute de fora da área e carimbou a trave do goleiro Gatito. A resposta do Botafogo aconteceu logo depois, em rápido contra-ataque, que Rodrigo Pimpão saiu em velocidade e de frente para o gol. Só não abriu o placar porque no momento do chute, foi travado por Balbuena. A equipe carioca ainda teve mais uma oportunidades com Victor Luis, que mais uma vez deu trabalho para o goleiro Cássio. No segundo tempo, as duas equipes saíram mais para o ataque e os espaços aumentaram. E mais uma vez, Carille substituiu Jadson, que deu lugar a Romero. É o sétimo jogo seguido que o meia é substituído, sendo o terceiro no intervalo. O treinador tentou dar maior criatividade ao time, mas as falhas de posicionamento da defesa continuaram. E assim, o Botafogo abriu o placar aos 7 minutos, quando Rodrigo Pimpão desviou cobrança de escanteio e Brenner, livre, só teve o trabalho de empurrar para as redes. Gol do Botafogo e, indiretamente, do Palmeiras e do Santos. Sete minutos depois, um balde de água fria para os torcedores dos três times. Arana tocou para Jô, que na frente da área, bateu fraco, mas o suficiente para passar por Gatito e deixar tudo igual. A diferença para o segundo colocado voltava a ser de sete pontos. Com o jogo tão aberto, o Botafogo partiu para cima e mais uma vez contou com a bola parada para voltar a ficar na frente. Aos 30, Igor Rabelo subiu mais que Rodriguinho e desviou de cabeça, sem chances para Cássio. De novo, alegria de botafoguenses, palmeirenses e santistas. O segundo gol fez o Corinthians partir com tudo para cima. O time claramente não se importou em se abrir ainda mais, já que, naquela circunstância, perder por um ou dois gols não faria tanta diferença. Nos minutos finais, Carille ainda colocou Kazim no lugar de Marquinhos Gabriel, para apostar tudo em uma bola cruzada para a área, justamente como saiu os dois gols do Botafogo. No último minuto de jogo, Igor Rabelo caiu dentro da área com Jô e os corintianos reclamaram bastante da não marcação de um pênalti. Mas já era tarde. O Botafogo garantiu a alegria de muita gente. Ao final da partida, os jogadores das duas equipes discutiram no meio do gramado. FICHA TÉCNICA: BOTAFOGO 2 X 1 CORINTHIANS BOTAFOGO - Gatito Fernández; Arnaldo, Igor Rabello, Joel Carli e Victor Luis; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, João Paulo e Marcos Vinicius (Leonardo Valencia) e Rodrigo Pimpão (Guilherme); Brenner (Gilson). Técnico: Jair Ventura. CORINTHIANS - Cássio; Fagner, Pedro Henrique, Balbuena e Guilherme Arana; Gabriel (Clayson), Maycon, Jadson (Romero), Rodriguinho e Marquinhos Gabriel (Kazim); Jô. Técnico: Fábio Carille. GOLS - Brenner, aos 7, Jô, aos 14, e Igor Rabelo, aos 30 minutos do segundo tempo, CARTÕES AMARELOS - Rodrigo Pimpão, Gabriel, Marcos Vinícius, Rodrigo Lindoso e Jô. PÚBLICO - 7.566 pagantes. RENDA - R$ 224.725,00. ÁRBITRO - Rodrigo Batista Raposo (DF). LOCAL - Estádio Engenhão, no Rio (RJ).

Palmeiras vence Grêmio e assume vice liderança do Brasileirão

O Palmeiras derrotou o Grêmio por 3 a 1, neste domingo, em Porto Alegre e, por ora, reduziu para seis pontos a diferença para o líder Corinthians (59 a 53), restando oito rodadas para o final do Campeonato Brasileiro, além de ter assumido a vice-liderança do torneio. Os quatro gols do jogo saíram no segundo tempo: Moisés e Dudu (duas vezes) marcaram para o Palmeiras. Michel descontou para o time gaúcho. O resultado reforça o bom começo de trabalho do técnico interino Alberto Valentim, que segue com aproveitamento de 100%. Desde a saída de Cuca, foram três vitórias do Palmeiras: Atlético-GO, Ponte Preta e Grêmio. Depois de fazer a sua parte dentro de campo o Palmeiras agora torce contra o Corinthians. Nesta segunda-feira, o rival encara o Botafogo, no Rio. Na 32ª rodada, Corinthians e Palmeiras terão um confronto direto na arena corintiana, que deverá ter caráter decisivo. Antes disso, em 30 de outubro, o Palmeiras vai receber o Cruzeiro no Allianz Parque. O Grêmio sofreu a quinta derrota dentro do seu estádio no Brasileirão. Além do Palmeiras, perdeu para o Corinthians (1 a 0), Avaí (2 a 0), Chapecoense (1 a 0) e Cruzeiro (1 a 0). Assim, caiu para o quarto lugar, com 50 pontos. O Palmeiras assegurou a sétima vitória como visitante: Bahia (4 a 2), Ponte Preta (2 a 1), Sport (2 a 0), Botafogo (2 a 1), Fluminense (1 a 0) e Atlético-GO (3 a 1). O time gaúcho, aliás, deixou claro que o Campeonato Brasileiro é sua segunda opção. Por isso, o técnico Renato Gaúcho mandou a campo apenas dois titulares: Luan e Michel. O motivo da escalação quase toda reserva é a Copa Libertadores. Quarta-feira, o time enfrenta o Barcelona, em Guayaquil, pelo primeiro jogo das semifinais. E o objetivo é poupar os jogadores do desgaste físico ou uma possível lesão. A valorização da competição internacional em detrimento do Brasileirão também se refletiu nas arquibancadas da Arena Grêmio Muitos espaços vazios no confronto direto entre o então vice-líder e terceiro colocado, ambos na busca pelo líder Corinthians. Com tantos jogadores suplentes em campo, o Grêmio sentiu a falta de entrosamento. Não conseguiu criar boas jogadas ofensivas e não chegou com perigo na primeira etapa. O Palmeiras ameaçou duas vezes, já nos minutos finais. Aos 45, Keno recebeu com liberdade pelo lado direito e chutou forte para boa defesa de Paulo Victor. No lance seguinte, Borja recebeu na frente da área e tentou por cobertura. A bola passou com perigo perto da trave O segundo tempo começou com um Palmeiras certeiro e arrasador. Logo aos dois minutos, Dudu acertou um chute de fora da área, a bola desviou em Marcelo Oliveira e entrou no canto esquerdo, abrindo o placar. Seis minutos depois, o time aumentou a vantagem. Borja arriscou de fora da área, Paulo Victor espalmou, Moisés ficou com o rebote e chutou forte, a bola bateu no travessão e foi parar nas redes. O Palmeiras ainda marcou o terceiro, novamente com Dudu. Aos 18 minutos, Mayke cruzou da direita, a bola cruzou pela área do Grêmio, menos pelo atacante, que bateu de primeira e marcou seu sexto gol na competição. No final do jogo, o Grêmio diminuiu a desvantagem. Após cruzamento de Luan, a bola ficou dentro da área e Michel acertou o canto direito de Fernando Prass. FICHA TÉCNICA GRÊMIO 1 x 3 PALMEIRAS GRÊMIO - Paulo Victor; Léo Moura, Rafael Thyere, Bruno Rodrigo (Jaílson) e Marcelo Oliveira; Michel, Kaio, Arroyo (Beto da Silva) e Everton; Luan (Dionathã) e Jael. Técnico: Renato Gaúcho PALMEIRAS - Fernando Prass; Mayke, Edu Dracena, Juninho e Egídio; Bruno Henrique (Thiago Santos), Tchê Tchê e Moisés (Raphael Veiga); Keno, Dudu e Borja (Deyverson). Técnico: Alberto Valentim GOLS - Dudu, aos dois e aos 18, Moisés, aos 8, e Michel, aos 33 minutos do segundo tempo. ÁRBITRO - Ricardo Marques Ribeiro (MG). CARTÕES AMARELOS - Michel, Luan e Bruno Henrique. RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis. LOCAL - Arena Grêmio, em Porto Alegre (RS). Estadão Conteúdo

São Paulo vence Flamengo e se distancia da zona de rebaixamento

O torcedor que resolveu encarar uma tarde fria e nublada no estádio do Pacaembu, neste domingo, foi premiado com um primeiro tempo inspirado do São Paulo, que não teve dificuldades para fazer 2 a 0 no Flamengo, com gols de Pratto e Hernanes, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com a vitória, os paulistas chegam 37 pontos na tabela de classificação do Brasileirão e se distanciam ainda mais da zona de rebaixamento. O resultado também confirma o bom desempenho dos comandados de Dorival Junior em casa. Como mandante, seja no Morumbi ou no estádio municipal, o São Paulo chega aos 29 pontos ganhos em 15 jogos disputados. O problema da equipe no Nacional acontece quando ela precisa jogar fora de seus domínios. Como visitante, o time é o penúltimo colocado em aproveitamento, somando apenas oito pontos em 15 partidas. Foram apenas duas vitórias, dois empates e 11 derrotas Depois de uma exibição muito fraca contra o Fluminense, o São Paulo foi pra campo com o meio de campo reforçado. Jucilei voltou ao time após cinco partidas no banco de reservas para tentar dar mais consistência ao setor e liberar Petros e Hernanes para construírem jogadas. E a estratégia do treinador são-paulino deu certo. Aos 13 minutos, Hernanes cobrou escanteio e Edimar desviou. Réver tentou cortar o lance e acertou Pratto, que chegava na segunda trave. A bola acabou resvalando no braço do atacante argentino e entrou no gol. Apesar de ter vantagem no marcador, o São Paulo continuou pressionando. Do outro lado, o Flamengo sentia muito as ausências de seus dois principais jogadores: Guerrero e Diego. O peruano estava com dores musculares e sequer viajou com a delegação. Já o meia começou o jogo no banco de reservas por não ter se recuperado de uma pancada na panturrilha esquerda. E o volume de jogo do time da casa foi premiado com outro gol. Cueva avançou livre pela direita e encontrou Hernanes na marca do pênalti. O meia, livre, cabeceou forte para vencer Diego Alves. Se na primeira etapa o São Paulo foi muito superior, no segundo tempo o time repetiu um erro das últimas rodadas e recuou. A mudança de postura chamou o Flamengo pra cima. Mesmo sem muita criatividade, os cariocas abusaram dos cruzamentos na área. Mas uma sólida atuação defensiva são-paulina e do goleiro Sidão, que fez duas boas defesas nos acréscimos, impediram os rivais de tirarem o zero do placar. Mais aliviado, o São Paulo está em 14º lugar no Brasileirão e voltará a jogar no sábado, novamente no Pacaembu, contra o Santos. O Flamengo é o sexto, com 46. O seu próximo compromisso será na quarta-feira, pela Copa Sul-Americana, contra o Fluminense, no Maracanã. FICHA TÉCNICA SÃO PAULO 2 X 0 FLAMENGO SÃO PAULO - Sidão; Eder Militão (Aderllan), Arboleda, Rodrigo Caio e Edimar; Jucilei, Petros, Hernanes, Cueva (Jonatan Gomez) e Marcos Guilherme (Denilson); Pratto. Técnico: Dorival Junior. FLAMENGO - Diego Alves; Pará, Réver, Rhodolfo e Trauco; Cuéllar, William Arão e Éverton Ribeiro; Berrío (Diego), Geovânio (Lucas Paquetá) e Everton (Gabriel). Técnico: Reinaldo Rueda. GOLS - Pratto, aos 14, e Hernanes, aos 39 minutos do primeiro tempo. ÁRBITRO - Rafael Traci (PR) CARTÕES AMARELOS - Sidão e Cuellar. RENDA - R$ 887.460,00. PÚBLICO - 31.285 pagantes. LOCAL - Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).

Atlético-MG ganha do Cruzeiro de virada no Mineirão

O experiente atacante Robinho fez a diferença no clássico deste domingo no Mineirão. O Cruzeiro dominou o primeiro tempo e saiu na frente, mas sucumbiu na etapa final, levou a virada e caiu diante do Atlético Mineiro por 3 a 1, em jogo válido pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. O ex-jogador do Santos marcou duas vezes. O triunfo deu fôlego ao time atleticano, que está em décimo com 41 pontos, apenas três atrás do Botafogo, que hoje garantiria uma vaga na Copa Libertadores, mas vai jogar na segunda-feira contra o Corinthians. Já o Cruzeiro, campeão da Copa do Brasil, se manteve com 47 e permaneceu em quinto. O Atlético-MG começou o clássico dando a impressão de que iria dominar. Aos oito minutos, Robinho foi até a linha de fundo e cruzou na pequena área para o volante Adilson cabecear para fora Era a primeira grande chance desperdiçada. Mas, aos poucos, o Cruzeiro se mostrou um time mais organizado e passou a explorar o lado esquerdo do ataque, em cima do lateral Marcos Rocha. Aos 24, Diogo Barbosa apareceu dentro da área e surpreendeu ao chutar de pé direita. Victor saltou e espalmou a bola rasteira, em uma grande defesa. O gol cruzeirense parecia inevitável. E realmente saiu aos 30 minutos, em bom contra-ataque. Diogo Barbosa virou o jogo para Arrascaeta, que ajeitou de primeira para o chute de Thiago Neves no contrapé de Victor. O Cruzeiro só não aumentou aos 41 porque, após triangulação, Alisson invadiu a área pelo lado esquerdo e bateu para fora. No segundo tempo, o Atlético voltou com Yago no lugar de Roger Bernardo. A troca era simples, de dois jogadores de uma mesma posição, mas o time mudou a postura. Quem chegou primeiro, contudo, foi o rival, em chute de fora da área de Rafinha no travessão. Diogo Barbosa exigiu outra boa defesa de Victor aos 12 minutos, quando invadiu a área pelo lado esquerdo. A impressão era de que o jogo estava nas mãos do Cruzeiro, mas foi quando tudo começou a mudar. Fábio Santos cruzou do lado esquerdo, Fred desviou de cabeça na primeira trave e Otero completou para as redes aos 15. Apenas seis minutos depois, embalado pelo empate, o Atlético chegou à virada. Fábio Santos roubou a bola, tocou e Robinho, já dentro da área, cortou Henrique e bateu cruzado, à meia altura, superando Fábio. A resposta poderia ter vindo aos 27, em cobrança de falta de Thiago Neves. Mas Victor saltou e tirou a bola no ângulo direito. Foi então quando, de novo, após passe de Cazares, Robinho apareceu dentro da área, cortou o lateral Ezequiel, bateu no alto e fez o terceiro. Abatido pela virada, o Cruzeiro não reagiu. O técnico mano Menezes ainda tentou ir ao ataque com Rafael Marques no lugar do volante Henrique. Mas ele sequer pegou na bola. A partida ainda poderia terminar com outro gol atleticano. Robinho desceu em velocidade pelo lado esquerdo e tocou de lado para Cazares, que bateu de chapa, com perigo, para fora. Ainda assim, a torcida atleticana vibrou muito com a virada em cima do rival. O Cruzeiro vai fechar a 31.ª rodada na outra segunda-feira, dia 30, às 20 horas, fora de casa, diante do Palmeiras. No próximo domingo, às 17 horas, o Atlético recebe o Botafogo, no Independência. FICHA TÉCNICA CRUZEIRO 1 X 3 ATLÉTICO-MG CRUZEIRO - Fábio; Ezequiel, Manoel, Murilo e Diogo Barbosa; Henrique (Rafael Marques), Hudson, Rafinha (Rafael Sóbis), Alisson (Élber) e Thiago Neves; Arrascaeta. Técnico: Mano Menezes. ATLÉTICO-MG - Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Gabriel e Fábio Santos; Adilson, Roger Bernardo (Yago), Valdívia (Cazares), Robinho e Otero (Clayton); Fred. Técnico: Oswaldo de Oliveira. GOLS - Thiago Neves, aos 30 minutos do primeiro tempo; Otero, aos 15, e Robinho, aos 21 e aos 35 minutos do segundo tempo. ÁRBITRO - Wagner do Nascimento Magalhães (RJ). CARTÕES AMARELOS - Alisson e Henrique (Cruzeiro). Leonardo Silva, Gabriel e Robinho (Atlético-MG). RENDA - R$ 1.060.901,00. PÚBLICO - 33.102 pagantes (35.921 total). LOCAL - Mineirão, em Belo Horizonte (MG).

Bahia complica o Vitória no Brasileirão

Em clima de decisão, Bahia e Vitória fizeram neste domingo o sétimo e último clássico Ba-Vi de 2017 e o time tricolor levou a melhor. Em jogo válido pela 30.ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Bahia venceu por 2 a 1, na Fonte Nova, se afastou da zona de rebaixamento e complicou a vida do rival. Com o triunfo, os donos da casa chegam aos 38 pontos e ficam na 11.ª colocação. O Vitória, por sua vez, está com 33, sob grande risco de rebaixamento no torneio nacional. Nos minutos finais do jogo, houve um princípio de confusão entre os jogadores e o volante Renê Júnior, do Bahia, disse ter sido chamado de macaco por um atleta do time adversário, tendo que ser contido pelos companheiros. O JOGO - O Vitória entrou em campo com uma postura bastante defensiva. Todos os jogadores se posicionaram atrás da linha do meio de campo e deixaram o time adversário ficar com a bola. O Bahia mostrou muita disposição e apostou na movimentação do trio formado por Zé Rafael, Mendoza, e Edigar Junio para desconstruir a solidez da defesa adversária. Mas tinha dificuldades para finalizar. Perto dos dez minutos finais do primeiro tempo, o Vitória passou a frequentar mais o campo de ataque e foi mais agressivo que o Bahia. David criou algumas jogadas de perigo, a melhor delas em uma arrancada aos 34, quando bateu forte e acertou a rede pelo lado de fora. Depois da escassez de finalizações nos 45 minutos inicias, o Bahia mostrou eficiência logo no início da etapa complementar. Com apenas um minuto de bola rolando, o zagueiro Wallace falhou ao tentar cortar passe de Zé Rafael e a bola sobrou para Mendoza bater colocado na saída de Caíque. Atrás no placar, o Vitória se viu obrigado a ir ao ataque e criou boas oportunidades, mas também deu espaço para o rival. Por fim, ao 37 minutos, conseguiu empatar o clássico, após Wallace Reis aproveitar falha da defesa para marcar. O Bahia não desanimou e voltou à frente do placar aos 43, quando Edson desviou de cabeça e Edigar Juniou marcou. Os dois times voltam a campo no próximo domingo. O Bahia vai ao Rio enfrentar o Fluminense no Maracanã, às 17 horas, enquanto o Vitória recebe o Atlético-GO em Salvador, no Barradão, às 18h. https://www.youtube.com/watch?v=sOb3ptTK2X4 FICHA TÉCNICA BAHIA 2 X 1 VITÓRIA BAHIA - Jean; Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Matheus Reis; Edson, Renê Júnior, Zé Rafael (Matheus Salles), Mendoza (Régis) e Allione (Thiago Martins); Edigar Junio. Técnico: Paulo César Carpegiani. VITÓRIA - Caíque; Caíque Sá, Fred, Wallace Reis e Juninho; Ramon, Uillian Correia (André Lima), Yago (Danilinho), Neilton (Cleiton Xavier), Tréllez e David. Técnico: Vagner Mancini. GOLS - Mendoza, no primeiro minuto, Wallace Reis aos 17, e Edigar Junio, aos 43 minutos do segundo tempo. ÁRBITRO - Marcelo de Lima Henrique (RJ). CARTÕES AMARELOS - Mendoza e Edigar Junio (Bahia); Neilton, Fred e Ramon (Vitória). RENDA - R$ 1.019,846,50. PÚBLICO - 31.185 total. LOCAL - Fonte Nova, Salvador (BA). Estadão Conteúdo

Legado de Duchamp é tema de exposição em São Paulo

Em 1917, Marcel Duchamp provocou o mundo artístico com um urinol intitulado "Fonte". A mostra Ready Made in Brasil aborda a influência do objeto - cujo caráter cotidiano abalaria as noções tradicionais de arte - na produção daqui. Com curadoria de Daniel Rangel, estão reunidas cerca de 150 obras de 50 artistas, associadas a conceitos de apropriação e deslocamento. Dos anos 1960, por exemplo, há os "Popcretos", de Augusto de Campos e Waldemar Cordeiro; um exemplar de "Bólide", de Hélio Oiticica; e uma série de obras de nomes como Lygia Clark e Nelson Leirner (foto). Tunga, Cildo Meireles e Regina Silveira estão entre os representantes dos anos 1970. E, de 1980 em diante, Jac Leirner, Marepe, Marcos Chaves e Felipe Cohen são alguns dos integrantes SERVIÇO Local: Centro Cultural Fiesp Endereço: Avenida Paulista, 1.313, metrô Trianon- Masp. Quando: Inauguração na terça-feira, dia 10. Horário: 10 horas às 20 horas. Período: até 28/1/2018. Preços: Grátis.

Tite deve manter time titular contra o Chile

O técnico Tite não deve fazer mudanças na seleção brasileira para a partida desta terça-feira contra o Chile, no estádio Allianz Parque, em São Paulo, pela 18.ª e última rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018. A mudança em relação à partida contra a Bolívia, em La Paz, será basicamente a entrada de Ederson no gol, que o treinador já havia anunciado. Marquinhos, que entrou durante o jogo da última quinta-feira, no lugar do contundido Thiago Silva, será mantido na zaga. A seleção faz na tarde deste domingo, na Academia de Futebol, o CT do Palmeiras, o segundo treino em São Paulo para a partida contra os chilenos. No treinamento, fechado na maior parte do tempo, pôde-se observar que Tite escalou o time titular no início da atividade com Ederson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Alex Sandro; Casemiro, Renato Augusto, Paulinho e Philippe Coutinho; Gabriel Jesus e Neymar. A tendência é que seja este o time que começará a partida das 20h30 desta terça-feira no estádio Allianz Parque. Na segunda-feira à tarde, véspera do jogo, Tite vai comandar um treino na arena palmeirense, quando confirmará a equipe.

Pets modelos podem ganhar até R$ 2.500,00

Cães, gatos e animais silvestres já podem ter carreira de modelo, participar de campanhas publicitárias, filmes e ainda ganhar bem para isso. A aposta, que já está no mercado nacional desde 2009, é da Pet Model Brasil, agência especializada em transformar animais em estrelas da publicidade. Dirigida por Deborah Zeigelboim, a agência já soma mais de 60 campanhas no portfólio e tem cachês que variam de R$ 200,00 a R$ 2.500,00 por job. Entre os principais trabalhos da Pet Model Brasil estão campanhas publicitárias para meios off-line, curtas-metragens, filmes publicitários, eventos, ações corporativas, produções independentes e fotografias. Com casting online e presença nacional, a empresa transformou-se em mediadora entre produtoras, agências de publicidade e tutores de animais para trabalhos em cinema, TV, revistas, sites e outras produções. “Todas as espécies de animais e raças são bem-vindas. Não é essencial que o pet saiba truques ou comandos, porém, se ele tiver essas aptidões é sempre mais fácil de agenciar um animal adestrado. Animais silvestres deverão ter uma autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente ou órgãos similares”, explica Deborah. Com mais de 600 animais no banco de dados em aproximadamente 150 cidades em todo o território nacional, agenciar um bichinho é tarefa simples. O processo é feito por meio de um cadastro no site www.petmodelbrasil.com.br, preenchendo um formulário onde dados como espécie, raça e habilidades dos pets são inseridos. Além disso, os tutores e criadores enviam fotos e vídeos que serão tratados e transformados em um portfólio, que pode ser acessado pelos contratantes. A assinatura para manter o casting do pet custa a partir de R$60,00 anual, o que corresponde a R$ 5,00 reais por mês. Quando uma produtora se interessa por um animal a Pet Model Brasil entra em ação e orienta os tutores a respeito dos cuidados necessários e postura no set. “Temos espaço para todas as espécies e raças de animais em nosso elenco. A agência funciona como mediadora e cuida dos interesses do tutor do animal, facilitando a produção, inclusive no dia”, explica Deborah. “O responsável pelo animal deve apenas estar presente no set de produção na data e horário combinados, além de levar a alimentação e alguns petiscos que o animal goste”, completa.

David Bisbal lança nova música em parceria com Juan Luis Guerra

O espanhol David Bisbal acaba de lançar seu mais novo single, “Si No Te Hubieras Ido”, com a participação do cantor, compositor e produtor musical dominicano Juan Luis Guerra. Com mais de 2.8 milhões de streams mensais no Spotify, Bisbal já vendeu mais de 10 milhões de discos em toda sua carreira e coleciona mais de 70 discos de platina e ouro, e já realizou 5 turnês internacionais com mais de 600 shows por todo o mundo. https://open.spotify.com/album/7oyOkI0BPkyAvGK4hLV8hL Além de ser ganhador de GRAMMY® Latino, o cantor possui mais de 60 prêmios. O mais recente álbum de David, “Hijos Del Mar”, foi lançado em 2016. “Si No Te Hubieras Ido” ganhou um vídeo esta semana, com a participação dos dois artistas. https://youtu.be/si1KH9hGSMc

Tite corta Thiago Silva por lesão e chama Rodrigo Caio para jogo contra o Chile

A seleção brasileira sofreu uma baixa para o seu último compromisso nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, diante do Chile, na próxima terça-feira, em São Paulo. Nesta sexta, a CBF comunicou o corte do zagueiro Thiago Silva, do Paris Saint-Germain, que se lesionou na última quinta, durante o empate por 0 a 0 com a Bolívia, em La Paz. Para a sua vaga, o técnico Tite convocou Rodrigo Caio, do São Paulo. Thiago Silva, que havia recebido uma oportunidade entre os titulares da seleção no duelo com a Bolívia, se lesionou ainda no primeiro tempo do confronto, sendo substituído por Marquinhos com cerca de 30 minutos de jogo. E o jogador do PSG é o favorito para formar a dupla de zaga com Miranda no duelo com o Chile, ainda mais que eles vinham atuando juntos nos compromissos anteriores do Brasil. Nesta sexta, após a chegada da seleção a São Paulo, Thiago Silva foi submetido a exames médicos que detectaram uma lesão muscular na coxa direita. O problema o impede de enfrentar o Chile e levou a comissão técnica a optar pelo seu corte. Para o compromisso da próxima terça, no Allianz Parque, Tite convocou Rodrigo Caio. O são-paulino era presença constante em convocações recentes da seleção, mas acabou ficando fora da lista para os compromissos contra Bolívia e Chile, com o treinador optando por dar uma chance a Jemerson, do Monaco. Agora, porém, Tite volta a chamar Rodrigo Caio. Curiosamente, o zagueiro treinou na manhã desta sexta-feira no CT do São Paulo, na Barra Funda. O local é o mesmo palco da atividade da seleção nesta tarde, em trabalho que conta com a presença do zagueiro e será o primeiro da equipe na preparação para o confronto com o Chile.

Goleiro boliviano fecha o gol e segura empate sem gols com o Brasil

A seleção brasileira conheceu nesta quinta-feira um outro obstáculo boliviano além da altitude de La Paz. O goleiro Carlos Lampe foi mais poderoso do que os 3,6 mil metros da capital da Bolívia ao segurar o ataque brasileiro, principalmente Neymar, e garantir o empate em 0 a 0 no estádio Hernando Siles, pela 17.ª e penúltima rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2018, que será na Rússia. Foram seis confrontos diretos entre Lampe e Neymar, todos com supremacia do boliviano. Festejado pela torcida, o goleiro fez pelo menos 10 defesas importantes. Se a altitude foi minimizada com a logística da seleção de viajar para La Paz horas antes do jogo e pareceu não incomodar, faltou capricho nas finalizações para voltar da cidade com uma vitória pela primeira vez em 20 anos. O segundo empate seguido do Brasil nas Eliminatórias não atrapalha em nada a condição tranquila na tabela de classificação. A única frustração é ver escapar a chance de obter a melhor campanha da história da competição, obtida pela Argentina para o Mundial de 2002. A seleção precisava vencer os dois últimos confrontos para quebrar a marca. O temor com a altitude modificou o estilo de jogar do Brasil. O futebol de toques rápidos no ataque deu lugar à tranquilidade para tocar a bola e deixar o jogo mais lento. A equipe nitidamente queria poupar oxigênio, não se desgastar com o gramado seco e irregular. A postura foi mantida nos 20 minutos iniciais, até a equipe se sentir mais confiante e com espaços para atacar a Bolívia. Quando o Brasil se soltou, as chances vieram a partir dos 23 minutos, momento da primeira finalização com Neymar. O chute iniciou o show de defesas de Lampe. Aplaudido pela torcida, o boliviano ainda defenderia duas finalizações. Uma frente a frente com o próprio Neymar e outra de Gabriel Jesus. O desperdício de chances brasileiras chegaria ao cúmulo no fim do primeiro tempo. Neymar passou pelo goleiro e chutou duas vezes. Em ambas o zagueiro Valverde tirou de cima da linha. A Bolívia respondeu no fim do primeiro tempo. Bejarano chutou de fora da área e acertou o travessão. O susto foi um recado prévio para o temido segundo tempo. O Brasil estaria mais cansado, mesmo após a sessão de oxigênio no vestiário. Ainda assim, continuou no comando da partida, com mais posse de bola e ataques perigosos. No primeiro chute a gol, só para variar, Lampe defendeu tentativa de Paulinho. Tranquilo em campo e sem sentir pressão, o Brasil administrou o ritmo de jogo no segundo tempo sem ser ameaçado na defesa. A Bolívia era fraca demais para levar perigo e se perdia sozinha nos lances ofensivos. Nem mesmo o estádio lotado chegou a exercer tamanha pressão, pois muitos torcedores estavam mais ansiosos para aplaudir Neymar do que contar com alguma vitória. Mas palmas de verdade, só para Lampe, autor de novas defesas. Os testes promovidos pelo técnico Tite na escalação tiveram poucas oportunidades para mostrar serviço. O zagueiro Thiago Silva se machucou e saiu ainda no primeiro tempo e o lateral-esquerdo Alex Sandro pouco apareceu no ataque. FICHA TÉCNICA BOLÍVIA 0 x 0 BRASIL BOLÍVIA - Lampe; Gutiérrez, Valverde e Ráldes; Bejarano, Justiniano (Castro), Machado, Arce (Salcedo) e Morales; Marcelo Moreno e Fierro (Álvarez). Técnico: Mauricio Soria. BRASIL - Alisson; Daniel Alves, Miranda, Thiago Silva (Marquinhos) e Alex Sandro; Casemiro; Philippe Coutinho (Willian), Paulinho (Fernandinho), Renato Augusto e Neymar; Gabriel Jesus. Técnico: Tite. CARTÃO AMARELO - Valverde (Bolívia). ÁRBITRO - Fernando Rapallini (Fifa/Argentina). RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis. LOCAL - Estádio Hernando Siles, em La Paz (Bolívia).

John Mayer fará cinco shows no Brasil

"Sabe", John Mayer diz, antes de pausar a fala. Pensa bem no que o instiga a compor. Romântico daqueles que esparramam amor por onde passam - com versos às vezes doloridos -, Mayer surgiu como um grande guitarrista. Atraiu atenção de músicos e crítica como um virtuoso, alguém a ser observado de perto. Enquanto pingava de relacionamento em relacionamento, encontrava o que era bom. John Mayer tem um talento impressionante em cantar sobre o que há por dentro. Depois de uma passagem pelo Brasil para dois shows, em São Paulo e no Rio, no festival Rock in Rio, Mayer volta para uma turnê própria. Serão cinco datas no País: em São Paulo (no Allianz Parque, dia 18), em Belo Horizonte (na Esplanada do Mineirão, no dia 20), em Curitiba (na Pedreira Paulo Leminski, no dia 22), em Porto Alegre (no Anfiteatro Beira-Rio, dia 24) e no Rio de Janeiro (na Jeunesse Arena, no dia 27). A guitarra, em si, é um complemento. Ajuda a chorar as lágrimas da voz aveludada do artista nascido em Connecticut, nos Estados Unidos. Hoje, aos 39 anos, e sete discos lançados (o mais recente é The Search for Everything, de abril deste ano), Mayer sabe o que lhe move a compor. Entrar em temas que se aprofundam para o seu mundo interior, contudo, nem sempre é simples. Com sete gramofones do Grammy na prateleira e mais de 20 milhões de discos vendidos - uma marca invejável para quem surgiu na virada do século e viu uma indústria fonográfica em frangalhos -, Mayer prova que está no caminho certo em esquadrinhar os sentimentos em vez de esmigalhar a guitarra com aqueles solos blueseiros intermináveis. "Há algo que de fato me instiga", diz Mayer, após segundos alongados de silêncio, tão angustiantes em uma conversa telefônica que o vazio parecia ter perdurado por horas. Acho que é o que mais investigo enquanto componho. Estou sempre tentando entender o amor e o tempo", conclui. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brasil encara a Bolívia pelas eliminatórias

Cinco partidas esquentam a 17ª rodada das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo 2018 na Rússia. A seleção brasileira, comandada pelo técnico Tite já está classificada e é líder das eliminatória. Nesta rodada tem pela frente a Bolívia, que está em nono lugar na classificação, a penúltima seleção na tabela. O jogo será no estádio Hernando Siles. Com o trio Neymar, Gabriel Jesus e Phillipe Coutinho de titulares, o Brasil vai tentar manter a série de 10 partidas consecutivas sem derrota nas eliminatórias. A Venezuela, lanterna das eliminatórias e sem chance de classificação, recebe no estádio Pueblo Nuevo o Uruguai, que está na segunda colocação e quer confirmar a passagem para o mundial. A Colômbia, terceira colocada, tem pela frente o Paraguai, que está na sétima posição. O Chile recebe o Equador. As duas equipes precisam da vitória para manter vivo o sonho da classificação. Já a Argentina está com a corda no pescoço. Na quinta posição, a seleção do craque Lionel Messi, recebe no estádio de La Bombonera a seleção do Peru, do ídolo rubro-negro Paolo Guerrero. O Peru está em quarto lugar, dentro da zona de classificação. Os hermanos, no entanto, precisam vencer o Peru caso queiram confirmar ida para a Rússia sem precisar passar pela repescagem.

Após treino movimentado, Tite define time titular

Ao lado de Casemiro, escolhido para ser o 12º capitão da Seleção Brasileira desde que o rodízio de função foi adotado, o técnico da Seleção Brasileira, Tite, como de costume, na coletiva de imprensa, não fez mistério sobre o time titular que enfrentará a Bolívia na próxima quinta-feira (05), em La Paz. Já na primeira parte do treinamento da tarde desta terça-feira (03), aberto à imprensa, o treinador já esboçara sua equipe: Alisson, Dani Alves, Miranda, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Paulinho, Renato Augusto e Philippe Coutinho; Neymar e Gabriel Jesus. O técnico Tite ainda surpreendeu os jornalistas e adiantou que o goleiro Ederson terá uma oportunidade na equipe titular contra o Chile, no próximo dia 10, no Allianz Parque, em São Paulo. Esta será a última partida das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. Durante a primeira parte da atividade desta tarde, Tite treinou o sistema defensivo em jogadas aéreas. Como o duelo será na altitude de La Paz, o grupo trabalhou o posicionamento e as batidas na bola. A segunda parte foi fechada à imprensa. Ao final da atividade, Willian, Fernandinho e Diego Tardelli participaram do "Desafio do Taffarel". O treinador de goleiros da Seleção chuta em direção aos atacantes, posicionados na entrada da área. Eles têm que dominar a bola e finalizar. No gol, Cássio e Ederson tentavam defender os chutes. A Seleção Brasileira trabalha na Granja Comary nesta quarta-feira (04) pela manhã e viajará para a Bolívia à tarde. O Brasil enfrentará os bolivianos no dia 5 de outubro, às 17h (horário de Brasília), e o Chile, no dia 10 de outubro, às 20h30, no Allianz Parque, em São Paulo.

Diego está desconvocado da Seleção Brasileira

O meio-campo Diego, do Flamengo, está desconvocado da Seleção Brasileira para os próximos dois jogos contra a Bolívia, dia 05, e Chile, dia 10. O jogador se apresentou na manhã desta terça-feira  (03) com uma queixa de dor muscular na coxa esquerda. Ele foi avaliado pelo médico da Seleção, Rodrigo Lasmar. - Realizamos exame de imagem e confirmamos uma pequena lesão muscular que o impede de participar do período de convocação. Outro jogador não será convocado pela comissão técnica pelo fato de o grupo estar, agora, com 23 jogadores.

Grêmio vence Flu e diminui diferença para o líder Corinthians para nove pontos

O Grêmio fez a lição de casa na tarde deste domingo ao derrotar o Fluminense pelo placar de 1 a 0 e viu a diferença para o líder Corinthians cair para nove pontos. O duelo foi realizado na Arena Grêmio, pela 26.ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time gaúcho deu um fim na sequência de três derrotas seguidas e continuou na terceira colocação, com 46 pontos, contra 31 do Fluminense, que começa a flertar com a zona de rebaixamento. Renato Gaúcho, priorizando a Copa Libertadores, escalou um time alternativo. A equipe, no entanto, foi para cima do adversário, tanto que o goleiro Diego Cavalieri saiu de campo como o principal destaque do jogo. A primeira boa chance aconteceu logo aos sete minutos. Jael recebeu de Ramiro na pequena área, mas mandou por cima do gol. A partir daí começou a brilhar a estrela do goleiro tricolor. Aos 14 minutos, Patrick cobrou escanteio, Jael desviou e Everton parou em Cavalieri, à queima-roupa. A bola ainda sobrou na cabeça do próprio atacante, que viu o camisa 12 fazer um milagre na Arena. O Grêmio seguiu pressionando e teve um gol anulado pela arbitragem aos 35 minutos. Léo Moura recebeu dentro da área e deu de calcanhar para Patrick marcar. O árbitro, no entanto, marcou impedimento do lateral. Antes ao apito final, o meia recebeu livre para fazer o gol, mas Diego Cavalieri salvou mais uma. O panorama mudou no segundo tempo. O Fluminense colocou a bola no chão e sufocou o Cruzeiro nos minutos iniciais. Aos sete, Douglas fez bela jogada e deixou com Henrique Dourado. O atacante chutou para grande defesa de Marcelo Grohe, que espalmou para fora. Na cobrança de escanteio, o goleiro evitou por pouco um gol olímpico de Scarpa. O time carioca ainda perdeu uma grande oportunidade com Reginaldo. O zagueiro recebeu belo cruzamento de Scarpa, mas mandou para fora. Só que no fim acabou castigado. Aos 40 minutos, Everton jogou a bola na área, Orejuela desviou e viu Beto da Silva empurrar para o gol. Após a parada de dez dias para a realização dos últimos dois jogos das Eliminatórias para Copa do Mundo 2018, o Grêmio volta a campo no dia 11 de outubro, às 21h45, diante do Cruzeiro, na Arena Grêmio, em Porto Alegre (RS). No dia seguinte, às 17 horas, o Fluminense faz o clássico diante do Flamengo. O local do duelo ainda não foi definido. FICHA TÉCNICA GRÊMIO 1 X 0 FLUMINENSE GRÊMIO Marcelo Grohe; Léo Moura, Pedro Geronel, Bruno Rodrigo e Bruno Cortez; Cristian (Jailson), Arthur, Ramiro e Patrick (Jeán Pyerre); Everton e Jael (Beto da Silva). Técnico: Renato Gaúcho FLUMINENSE Diego Cavalieri; Lucas, Reginaldo, Frazan e Léo; Orejuela, Wendel (Marcos Junior), Douglas (Peu), Sornoza (Richard) e Gustavo Scarpa; Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga. ÁRBITRO - Rafael Traci (PR). GOL - Beto da Silva, aos 40 minutos do segundo tempo. CARTÕES AMARELOS - Pedro Geromel (Grêmio); Frazan e Lucas (Fluminense). RENDA - R$ 502.985,00. PÚBLICO - 15.727 pagantes. LOCAL - Arena Grêmio, em Porto Alegre (RS).

No sufoco, São Paulo bate o Sport e deixa a zona de rebaixamento após 8 rodadas

Foram 13 rodadas angustiantes na zona de rebaixamento, incluindo as oito últimas. A jornada dura e perigosa para o São Paulo neste Campeonato Brasileiro pelo menos começa agora a parecer mais positiva, pois, depois da vitória deste domingo por 1 a 0 sobre o Sport, no Morumbi, o time saiu das quatro últimas posições e contou com a ajuda dos outros resultados da rodada para dar um salto. O time que passou metade das 26 rodadas perto do descenso à Série B conseguiu a reação ao ganhar um confronto direto. Placar magro, é verdade. Com futebol econômico, também. Mas ainda assim fui tudo na medida certa para a equipe conseguir o alívio momentâneo esperado e sair da incômoda zona de rebaixamento. A partida chamou a atenção pelos uniformes inusitados. O São Paulo abriu mão das cores tradicionais para estrear a nova camisa três, preta, com calções e meiões cor de vinho, diante do rubro-negro Sport, mas que vestiu dourado. A aparência diferente não fez o futebol ser melhor, e as duas equipes erraram muitos passes e fizeram um jogo tecnicamente ruim. A torcida mais uma vez compareceu em bom número para uma tarde ensolarada marcada pelo "até breve" ao Morumbi. Como o estádio será cedido para shows, o São Paulo vai mandar cinco partidas no Pacaembu e só retornará para casa na última rodada, daqui dois meses. O público sentiu a necessidade de marcar presença e não desanimou mesmo com um começo pouco empolgante do time. O São Paulo não conseguiu manter o bom ritmo de atuação do primeiro tempo contra o Corinthians. O jogo foi lento, com muitos erros de passes e recuos perigosos para Sidão. A primeira chance perigosa, inclusive, foi do Sport, com um chute no travessão dado por Anselmo. Restava ao público perseguir o ex-são-paulino Wesley para se animar, já que a partida não era atrativa. Com mais posse de bola e um time superior, o São Paulo manteve o domínio e abriu o placar em uma falha do time pernambucano. Edimar cruzou, a defesa afastou mal e Marcos Guilherme, aos 35 minutos de jogo, pegou a sobra para abrir o placar. Foi a senha para a equipe se tranquilizar, pois o resultado significava a saída da zona de rebaixamento e um salto na tabela. O desafio no segundo tempo era jogar como terminou a etapa inicial. Mas o São Paulo voltou lento, sem criatividade e com toques laterais sem ofensividade. Pratto vinha buscar o jogo no meio-campo e deixava o time desorganizado e sem ataque. O Sport tentou se aproveitar dessa instabilidade, ficou com a bola mais tempo nos pés e levou perigo durante o segundo tempo. O São Paulo só foi chutar a gol pela primeira vez no segundo tempo aos 36 minutos. Foi o estopim para a torcida e a equipe voltarem a pressionar o Sport. O despertar veio na hora certa e segurou o time pernambucano. O sufoco, porém, durou até o fim. Ainda nos acréscimos, Sidão fez duas defesas importantes para dar ao clube do Morumbi a vitória tranquilizante. O time tricolor voltará a campo pelo Brasileirão agora apenas no dia 11, contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte, enquanto o Sport, 16º colocado, com 30 pontos, vai encarar o Vitória, em Salvador, no dia 12. FICHA TÉCNICA SÃO PAULO 1 X 0 SPORT SÃO PAULO - Sidão; Éder Militão, Rodrigo Caio, Arboleda e Edimar; Petros, Hernanes, Lucas Fernandes (Marcinho), Cueva (Shaylon), Marcos Guilherme (Gomez) e Pratto. Técnico: Dorival Junior. SPORT - Magrão; Raul Prata, Ronaldo Alves, Oswaldo Henriquez e Sander (Osvaldo); Anselmo (Thomas), Rithely e Wesley; Rogério (Thallyson), Mena e André. Técnico: Vanderlei Luxemburgo. GOL - Marcos Guilherme, aos 35 minutos do primeiro tempo. CARTÕES AMARELOS - Sander e Rithely. PÚBLICO - 43.071 pessoas. RENDA - R$ 1.065.285,00. LOCAL - Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP).

Corinthians repete erros, mas busca empate com o Cruzeiro no Mineirão

A queda de rendimento do Corinthians no segundo turno do Campeonato Brasileiro muito se dá por erros que tem se repetido nos jogos. E neste domingo isso não foi diferente. A diferença, porém, é que desta vez a equipe de Fábio Carille conseguiu achar um gol e empatou com o Cruzeiro por 1 a 1, resultado que já seria bom, por ser fora de casa, mas se tornou ainda melhor pela má atuação do time alvinegro. O resultado no Mineirão e a vitória do Santos sobre o Palmeiras, no sábado, faz com que a diferença entre as equipes caia para oito pontos. Mais do que cair a diferença, o que preocupa no lado corintiano são os erros corriqueiros que Carille não tem conseguido corrigir. Em 90 minutos, o Corinthians teve apenas duas oportunidades mais claras de gol. O clima de festa não parece ter contagiado o Cruzeiro, que desde o início da partida mostrou muita inteligência para administrar o resultado. A equipe de Mano Menezes apertou a saída de bola até por volta dos 10 minutos, quando recuou e deixou o jogo do jeito que o Corinthians tem maior dificuldade. Tendo que propor o jogo, se fazia necessária a participação ativa dos meias. O problema é que Rodriguinho e Jadson - principalmente - tiveram mais uma tarde infeliz, sem criatividade e acrescentando pouco na evolução, como tem ocorrido nos últimos jogos. O time mineiro recuou e esperou para jogar no erro do adversário E foi assim que conseguiu abrir o placar aos 19 minutos. Thiago Neves tocou para Alisson, que passou para Diego Barbosa, na esquerda, cruzar na área e Rafinha aparecer em velocidade e, mesmo tendo apenas 1,67m de altura, se antecipou a Guilherme Arana, acertou um forte cabeceio e abriu o placar. Só após levar o gol que Carille decidiu mexer taticamente na equipe. Vendo que Diogo Barbosa jogava com liberdade em cima de Jadson, inverteu o meia com Romero. O paraguaio, esforçado na marcação, conseguiu controlar melhor as subidas do jovem lateral cruzeirense. A equipe mineira voltou a recuar e deixar o Corinthians jogar. Os comandados de Carille tocavam a bola, buscavam espaço, mas não conseguiam finalizar. Kazim, que tanto causou preocupação nos torcedores, quase não conseguiu tocar na bola, pois ela não chegava no turco. Na única oportunidade que teve, chegou a marcar o gol, mas estava impedido. No intervalo, Carille resolveu mexer no infrutífero meio-campo corintiano. Marquinhos Gabriel entrou no lugar de Jadson, alteração que o treinador chegou a testar durante os treinamentos na semana passada. Outra mudança testada pelo treinador foi a entrada de Clayson na vaga de Gabriel, algo que ele fez logo no começo do segundo tempo. Assim, o time ganhou em velocidade e movimentação. Rodriguinho, até então sumido, parece ter acordado para o jogo. Aos 3, Balbuena chegou a marcar um gol de cabeça, após cobrança de falta de Maycon, mas o árbitro anulou alegando impedimento, em um lance bastante discutível. Mais organizado, o Corinthians dominou a bola na etapa final, mas não conseguiu finalizar com qualidade. Rodriguinho teve uma boa oportunidade aos 16, após receber passe de Kazim e chutar cheio de efeito para uma bonita defesa de Fábio. Com o tempo passando, o Corinthians começou a se irritar e desestabilizar. Faltas e muitos erros de passes fizeram com que o Cruzeiro ganhasse mais espaço para ficar com a bola e deixar o tempo passar. Parecia que o final seria de mais uma vitória mineira, até que aos 37, Clayson cruzou, Kazim desviou de cabeça e bola bateu no braço de Murilo. Pênalti. Clayson bateu firme no meio do gol e garantiu o empate, que acabou sendo um grande achado para o time de Carille. O gol encorajou o time paulista, que aproveitou os minutos finais para pressionar e conseguir a primeira virada no ano. Um pouco de calma e qualidade na finalização, o resultado poderia até ter sido diferente, mas, no fim, o empate ficou de bom tamanho para os corintianos. Para o Cruzeiro, o resultado fez a equipe ficar agora com 41 pontos na quinta posição no Brasileirão, no qual só voltará a jogar no próximo dia 11, contra o Grêmio, em Porto Alegre. No mesmo dia, o Corinthians recebe o Coritiba no Itaquerão. FICHA TÉCNICA CRUZEIRO 1 X 1 CORINTHIANS CRUZEIRO - Fábio; Ezequiel, Léo, Murilo e Diogo Barbosa; Henrique, Lucas Romero, Rafinha e Thiago Neves (Lucas Silva); Rafael Sóbis (Arrascaeta) e Alisson (Élber). Técnico: Mano Menezes. CORINTHIANS - Cássio; Fagner, Pablo, Balbuena e Guilherme Arana; Gabriel (Clayson), Maycon (Camacho), Rodriguinho, Jadson (Marquinhos Gabriel) e Romero; Kazim. Técnico: Fábio Carille. GOLS - Rafinha, aos 19 minutos do primeiro tempo; Clayson, aos 38 do segundo. ÁRBITRO - Rodolpho Toski Marques (PR). CARTÕES AMARELOS - Léo, Balbuena, Fagner, Arrascaeta e Romero. PÚBLICO - 26.838 pagantes. RENDA - R$ 753.704,00. LOCAL - Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG).

Vitória bate Botafogo de virada, encerra série de rival e respira no Brasileirão

O Vitória encerrou a série de quatro triunfos seguidos do Botafogo ao derrotar o adversário por 3 a 2, nesta tarde de domingo, no Engenhão, no Rio de Janeiro, pela 26.ª rodada. O time carioca vencia por 2 a 1 até os momentos finais, mas levou o empate aos 44 minutos com André Lima e depois a virada com Danilinho, aos 49. Apesar do tropeço, o Botafogo continua com 40 pontos, em sexto lugar, enquanto o Vitória saltou da zona de rebaixamento para uma posição intermediária na tabela, com 32 pontos. Além disso, confirma a excelente performance recente fora de casa, onde não perde há seis jogos, com um empate e cinco vitórias no período. O Vitória entrou bem compacto na marcação, na expectativa de explorar a velocidade para encaixar o contra-ataque. O Botafogo, em princípio, encontrou dificuldades para superar este bloqueio do visitante. Para piorar, levou um gol aos 14 minutos. Trellez foi lançado nas costas de Igor Rabello, invadiu a área e chutou cruzado. A bola tocou no pé da trave e voltou para o campo na direção de David, que bateu de chapa e abriu o placar. O gol impactou negativamente o time carioca, tanto que aos 21 minutos quase que David amplia. Ele passou por dois adversários e na frente de Gatito Fernández tentou dar a cavadinha. Mas o goleiro impediu o gol com o braço. Uma grande chance desperdiçada. Como o futebol pune, o Botafogo empatou aos 24 minutos. Após falta cobrada pelo lado esquerdo, Rodrigo Pimpão desviou de cabeça no primeiro pau e na pequena área apareceu Brenner para tocar de chapa para as redes. Vestindo a camisa 9, a do companheiro Roger, ele homenageou o titular, afastado no sábado por conta de um tumor em um dos rins. O jogo melhorou e o Botafogo também. Aos 32 minutos, quase virou Victor Luis cruzou no alto, Caíque deu o tapa, mas a bola caiu nos pés de Bruno Silva. Ele soltou a bomba, mas para fora. No intervalo, Victor Luis, machucado, foi substituído por Gilson. No segundo tempo, o Vitória voltou diferente. Adiantou a marcação, tomando as iniciativas ofensivas. Um estilo de jogo que agrada o Botafogo, acostumado aos contra-ataques. Mas levou susto aos nove minutos, quando Trellez recebeu na frente da área e arriscou o chute. A bola bateu no pé da trave esquerda e saiu. Mas, aos 12 minutos, aconteceu o lance que decidiu a virada. Léo Valencia, que tinha entrado na vaga de Marcus Vinícius, foi lançado nas costas da defesa e dentro da área recebeu um chute do goleiro Caíque. Na verdade, o goleiro errou o tempo de bola e cometeu pênalti. O árbitro goiano Eduardo Tomaz de Aquino Valadão, longe do lance, não deu o pênalti, mas foi avisado pelo árbitro de linha e confirmou a penalidade. Os baianos reclamaram muito, mas não teve jeito. Na cobrança Brenner enganou Caíque e saiu para festejar seu segundo gol com a camisa abençoada de Roger. Botafogo na frente aos 15 minutos: 2 a 1. Mas, em seguida, perdeu o zagueiro Joel Carli machucado para a entrada de Marcelo. Uma baixa importante na defesa. De outro lado, Vágner Mancini promoveu suas três trocas e colocou o Vitória no ataque. Tirou o volante Uilliam Correia para a entrada do atacante André Lima. Depois entraram ainda os meias Danilinho e Cleiton Xavier. O Botafogo recuou e correu riscos. Deu sorte em alguns deles, mas não aos 44 minutos. Neilton cobrou escanteio e André Lima se antecipou no primeiro pau para desviar de cabeça. Aos 46 minutos, Léo Valencia foi expulso por revidar uma falta de Ramon. O Vitória manteve a pressão e chegou à virada. Após cruzamento da direita, a defesa não cortou e a bola ficou com Neilton na esquerda. Ele fez o passe para Danilinho, que chutou de forma mascada, mas depois pegou a sobra pra bater forte de esquerda e fazer o gol da virada. O Botafogo vai buscar a reabilitação no dia 11 diante da Chapecoense, de novo, em casa. O Vitória vai enfrentar no dia 12 o Sport, no Barradão, em Salvador (BA). FICHA TÉCNICA BOTAFOGO 2 X 3 VITÓRIA BOTAFOGO - Gatito Fernández; Luís Ricardo, Joel Carli (Marcelo), Igor Rabello e Victor Luís (Gilson); Bruno Silva, Rodrigo Lindoso, Marcus Vinícius (Léo Valencia) e João Paulo; Rodrigo Pimpão e Brenner. Técnico: Jair Ventura. VITÓRIA - Caíque; Patric, Wallace, Ramon e Géferson (Danilinho); Fillippe Souto, Uilliam Correia (André Luis), Yago, Neílton e David (Cleiton Xavier); Trellez. Técnico: Vágner Mancini. GOLS - David, aos 14, e Brenner, aos 24 minutos do primeiro tempo; Brenner, de pênalti, aos 15, André Lima, aos 44, e Danilinho, aos 49 minutos do segundo tempo. ÁRBITRO - Eduardo Tomaz de Aquino Valadão (GO). CARTÕES AMARELOS - Gatito Fernández (Botafogo); Caíque e Cleiton Xavier (Vitória). CARTÃO VERMELHO - Léo Valencia (Botafogo). RENDA - R$ 295.995,00. PÚBLICO - 12.444 pagantes (14.780 ao total). LOCAL - Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ).

Santos bate Palmeiras pela primeira vez na arena alviverde e mantém sonho vivo

Depois de tanto fazerem jogos decisivos nos últimos anos, Palmeiras e Santos se enfrentaram neste sábado e tiveram um resultado inédito. Pela primeira vez na história a equipe da Vila Belmiro ganhou no Allianz Parque e logo em uma ocasião bastante importante. A vitória por 1 a 0 pelo Campeonato Brasileiro mantém o time na perseguição ao líder Corinthians e prejudica bastante a ambição do rival derrotado. O confronto direto valia o segundo lugar na tabela e a chance de se manter na caça ao Corinthians. O clima decisivo pareceu ter contaminado negativamente o Palmeiras, que, a exemplo de outras ocasiões importantes na temporada, ficou nervoso, atrapalhado e ruiu diante de um adversário mais tranquilo e confiante. O gramado plantado na véspera, após a arena ter recebido shows, foi testado sem dó. A chuva forte causou poças d'água no campo e obrigou funcionários do estádio a perfurarem o piso com rastelo para tentar melhorar a drenagem. Pouco efetiva, a ação precisou ser interrompida minutos antes da partida. Uma queda de luz atrasou o começo do jogo em dois minutos. As conturbadas condições prévias deixaram os times mais atentos. Palmeiras e Santos iniciaram a partida em ritmo acelerado, espertos o bastante para alterar o estilo de atuar. A bola era conduzida mais pelo alto e as divididas se tornaram inevitáveis. Se o jogo já era um confronto direto entre dois rivais, passou a ser um combate por espaço, pois fazer a bola rolar era muito difícil. No primeiro tempo os dois times tiveram dificuldades para criar. O Palmeiras rondava a área de Vanderlei e chutava errado ao gol. O Santos respondia com mais perigo, em jogadas velozes, e quase abriu o placar no último lance antes do intervalo. Prass salvou com o pé direito o chute de Ricardo Oliveira. A equipe da casa tentou recuperar o protagonismo na etapa final. O Palmeiras se manteve no campo de ataque, mas não criava com tanto perigo. O Santos conseguiu aguentar o momento mais crítico, até conseguir uma brecha. No primeiro contra-ataque perigoso na segunda etapa, Bruno Henrique cruzou para Ricardo Oliveira concluir de cabeça, aos 30 minutos do segundo tempo. A desvantagem abriu o desespero do Palmeiras de ir em busca do empate a qualquer custo. A equipe ficou afobada e viu o adversário, mesmo desfalcado, conseguir se controlar. O Santos administrou até o fim, inclusive quando Prass foi para área. Depois de cinco jogos sem ganhar na arena rival, o time finalmente conquistou o resultado inédito em uma hora decisiva. Após pausa do Brasileirão provocada pela disputa das próximas rodadas das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, o Palmeiras voltará a campo pelo Brasileirão apenas no dia 12 de outubro, novamente em casa, contra o Bahia. No mesmo dia, o Santos vai encarar a Ponte Preta em Campinas pela competição nacional. FICHA TÉCNICA PALMEIRAS 0 X 1 SANTOS PALMEIRAS - Fernando Prass; Mayke, Luan, Juninho e Zé Roberto (Thiago Santos); Jean (Guerra), Tchê Tchê e Moisés; Willian (Borja), Dudu e Deyverson. Técnico: Cuca SANTOS - Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Alison, Matheus Jesus e Jean Mota (Serginho); Bruno Henrique, Copete e Ricardo Oliveira (Kayke). Técnico: Levir Culpi. GOL - Ricardo Oliveira, aos 30 minutos do segundo tempo. ÁRBITRO - Marcelo Aparecido de Souza (SP). PÚBLICO - 37.527 torcedores. RENDA - R$ 2.760.716,34. CARTÕES AMARELOS - Luan, Matheus Jesus, Jean Mota, Zeca, Alison, Bruno Henrique, Fernando Prass. LOCAL - Allianz Parque, em São Paulo.

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