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Qual o verdadeiro risco de Vasco, Fluminense e Botafogo no Campeonato Brasileiro?

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Enquanto o Flamengo está em uma fase brilhante, seus três rivais não podem dizer o mesmo no Campeonato Brasileiro de Futebol. O Botafogo está longe da zona do rebaixamento, mas está preso no meio da tabela e talvez falte time para brigar por algo a mais. O Vasco saiu da zona da confusão, como fala Vanderlei Luxemburgo, mas o alerta está ligado porque o elenco é limitado. Já o Fluminense está com o sinal vermelho piscando, as nuvens negras chegam e o apocalipse anunciado.

Vamos passar situação a situação para tranquilizar (ou não) os torcedores dos times. 

  • Botafogo já esteve mais tranquilo 
  • Vasco já esteve mais afundado
  • Fluminense precisará vencer rivais diretos fora de casa

Botafogo já esteve mais tranquilo 

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O Botafogo começou o Campeonato como um dos times mais desacreditados. A campanha no Estadual foi horrorosa, o clube foi eliminado precocemente na Copa do Brasil – para o Juventude – e a crise financeira seguia com toda força.

Porém, o começo do campeonato foi bom. Eduardo Barroca teve três vitórias em quatro jogos, mas no decorrer do campeonato bateu claramente no seu teto. Perdeu para Flamengo no Maracanã, Santos em casa, Corinthians e Internacional fora, todos esses times do topo da tabela.

O returno começou com mais uma derrota para o São Paulo e algumas críticas a Barroca, especialmente por continuar investindo no veterano Cícero. Mas o torcedor alvinegro precisa ter calma: o elenco está longe de ser qualificado e o time se distanciou da zona do rebaixamento. Hoje a diferença está em nove pontos e tudo indica que nesta edição, os famosos 45 pontos para fugir do rebaixamento podem até ser menos. 

Em todo caso, faltam 18 pontos, ou seis vitórias em 18 jogos, para conseguir o objetivo. Uma vaga na Sul-Americana é lucro.

Vasco já esteve mais afundado

Quando Vanderlei Luxemburgo chegou, o objetivo era claro: sair da confusão. E o trabalho feito até agora é irretocável: a melhora veio sem chegada de reforços destacáveis e sem o fim de todos os problemas administrativos que derrubam o Vasco há mais de uma década.

Uma vitória contra o Goiás fora, o triunfo contra o São Paulo se impondo e a vitória em Chapecó contra um rival na briga contra a degola tem que ser celebrados. Claro que seria melhor não levar 4 do Flamengo ou perder em casa para o Bahia, mas nem tudo pode ser perfeito.

Com 24 pontos, o Vasco tem seis de frente para a zona do rebaixamento e precisa seguir com o objetivo único de ter gordura nessa briga, porque se entrar na confusão de novo, o fato de ser um time grande só traz coisa ruim: mais pressão de imprensa e torcida e cobranças.

A fórmula é simples: não perder para times intermediários e lá embaixo em casa e arrancar o que der fora, especialmente nos duelos diretos. Forçar empates, pelo menos, contra Avaí, Fluminense, Ceará e CSA, todos esses fora de casa neste segundo turno são bons negócios.

Fluminense está muito ameaçado

Muitos pensavam que só restaria uma vaga para completar a zona do rebaixamento, mas Avaí e CSA reagiram, com o time alagoano inclusive saindo do Z4. Ou seja, está mais aberto e embolado do que nunca e o Fluminense tem um time pior que o Cruzeiro.

Ou seja, a ameaça é enorme e muito real, sendo a mais grave delas desde 2013, quando só não caiu devido ao caso Heverton.

Não precisa vir aqui para saber que o time é fraco e Oswaldo de Oliveira foi uma contratação bizarra para o momento que o time vive. Com a venda de Pedro o time perdeu seu único jogador capaz de um lance diferente de forma constante. Ganso até pode produzir algo, mas isso vem depois de jogos completamente apagados. Nenê a mesma coisa.

Já vimos diversas reações no segundo turno durante a era dos pontos corridos. O próprio Fluminense estava em situação muito pior em 2009, quando reverteu um cenário completamente desfavorável. 

Mas o que falamos acima sobre time grande quando entra em crise as reações são piores, com o Fluminense isso se aplica. Oswaldo não deve durar muito no comando do time e faltam 27 pontos, ou nove vitórias em 18 jogos, para o time chegar aos 45. 

Calma que ainda fica pior: os duelos diretos são fora de casa. Cruzeiro no Mineirão dia 9 de outubro, Ceará no Castelão (30/10), CSA no Rei Pelé (24/11), Avaí na Ressacada (01/12). O time recebe apenas a Chapecoense nesses duelos diretos e enfrenta o Vasco com mando, mas no Maracanã.

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Falando Nisso...
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