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quarta-feira, 19 de junho de 2019 10:3949
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Crivella faz piada de mau gosto: ‘Acho que vou mudar o nome da Ciclovia para Vasco da Gama, porque aquilo lá vive caindo’

Em um acidente em abril de 2016, duas pessoas morreram após a primeira queda da estrutura.

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A Prefeitura do Rio de Janeiro, cumprindo determinação judicial, fechou a tráfego de veículos a Avenida Niemeyer, às 15h20 desta terça-feira, 28 de maio. O Ministério Público entende que há risco de escorregamentos nas encostas da via, por onde passam pelo menos 36 mil veículos por dia. A avenida liga São Conrado ao Leblon, na Zona Sul, e faz parte do eixo que vai da Zona Oeste ao Centro da cidade.

O Centro de Operações (COR) montou um esquema com a Guarda Municipal e a CET-Rio para alertar motoristas e orientar sobre os principais corredores de tráfego da região. Algumas vias, como a Rua Mário Ribeiro e a Avenida Borges de Medeiros, estão recebendo impactos maiores com o fechamento da Niemeyer. Moradores do Vidigal estão liberados para entrar e sair da comunidade com acesso no sentido Leblon-São Conrado.

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O prefeito do Rio Marcelo Crivella anunciou que vai recorrer da decisão de fechamento da Avenida Niemeyer. 

Crivella disse que pretende recorrer às instâncias superiores para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça do Estado, que determinou o fechamento da via. Em seu pronunciamento, Marcelo Crivella, que torce para o Botafogo, comparou a situação da Ciclovia Tim Maia, com o Clube de Regatas Vasco da Gama. 

“Acho que vou mudar o nome da Ciclovia para Vasco da Gama, porque aquilo lá vive caindo”, afirmou Marcelo Crivella, fazendo piada de mau gosto em todos os sentidos. Vale lembrar, que em um acidente em abril de 2016, duas pessoas morreram após a primeira queda da estrutura. 

Tecnologia italiana nas obras

Vinte homens da empresa Sopé Engenharia, contratada pela Prefeitura do Rio para obras de contenção de encostas e destruição de pedras que ameaçavam deslizar sobre a via, estão usando tecnologia italiana na região afetada pelos últimos temporais.

– Trata-se de uma massa expansiva, colocada no interior das rochas, em buracos feitos por perfuratrizes, que em contato com a água torna as pedras vulneráveis. Depois elas são cortadas ou trituradas. Isso evita outros métodos, como explosões, que poderiam causar novos deslizamentos – detalhou o engenheiro da Sope, Adilson do Rosário.

Segundo Adilson, sete casas num raio de 200 metros de extensão já foram semi-demolidas

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