22.5 C
Rio de Janeiro
quarta-feira, 22 de maio de 2019 8:2205
- Publicidade -

General Heleno diz que “Ninguém está pensando em intervenção militar”

Futuro ministro diz que presença de militares no governo é positiva

- Publicidade -

O general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, confirmado como ministro da Defesa do governo eleito de Jair Bolsonaro (PSL), negou hoje (5) que a nomeação de integrantes das Forças Armadas para a equipe de transição indique uma postura autoritária do governo eleito. Segundo ele, são nomeações técnicas e que consideram a elevada formação profissional.

“O país resolveu aproveitar tudo o que investe na formação. É uma questão de coerência de aproveitamento do que foi investido nos militares, que nós possamos participar da vida pública. Não tem nada a ver com governo militar, ninguém está pensando em intervenção militar, ninguém está pensando em autoritarismo, é uma aproveitamento de gente que o país não estava acostumado a aproveitar. Pouca gente conhece o Brasil como nós”, disse.

- Advertisement -

O general Augusto Heleno participou hoje (5) da primeira reunião da equipe de transição coordenada pelo ministro extraordinário Onyx Lorenzoni. Após o encontro, o general foi perguntado sobre a participação de militares no próximo governo, que inclui o próprio presidente eleito, capitão reformado do Exército, além do vice-presidente da República, general Mourão.

Indicação de Moro

O general Augusto Heleno classificou a confirmação do juiz federal Sergio Moro para o Ministério da Justiça como “um gol de bicicleta do meio de campo” do presidente eleito Jair Bolsonaro. Ele afirmou que a escolha de todos os prováveis 16 ministros do governo não deve ser urgente e que há muitos nomes qualificados.

“Todos apresentam credenciais muito significativas e naturalmente a escolha é muito difícil. Imaginem a pressão que o presidente sofre nessa altura. Não há essa urgência, não é tão urgente assim”, afirmou.

Venezuela

Questionado sobre a atuação do Ministério da Defesa na crise migratória da Venezuela, o general Heleno classificou a questão como um “problema humanitário” e disse que o trabalho de acolhimento será mantido.

“As Forças Armadas estão sendo empenhadas no atendimento humanitário, a gente está acolhendo quem está resolvendo passar a fronteira para o lado do Brasil. É um trabalho difícil, a quantidade [de migrantes] é acima da capacidade de Roraima.”

O militar negou que haverá, por parte do próximo governo, qualquer tipo de “ingerência” nos assuntos internos da Venezuela e disse que o fechamento de fronteira entre os dois países está fora de cogitação porque é uma proposta, segundo ele, “não realizável” na prática.

Últimas Notícias

“Chega” de homofobia no futebol, pede Antoine Griezmann

"A homofobia não é uma opinião, é um crime", disse o atacante

Vasco da Gama chega a dois meses de salários atrasados e jogadores podem sair

O receio da diretoria é de perder peças importantes por conta da insatisfação com a situação a qual o clube chegou.

Caças dos EUA interceptam bombardeiros russos na costa do Alasca

A esquadra russa incluía dois bombardeiros estratégicos Tu-95, que foram interceptados na segunda-feira por dois caças F-22

Apenas 38,7% das vagas do Fies foram preenchidas no primeiro semestre

Das 100 mil vagas ofertadas, foram assinados 38.793 contratos

Embratur tem seu terceiro presidente em pouco menos de seis meses no governo Bolsonaro

Gilson Machado teve sua nomeação para o cargo publicada no Diário Oficial da União desta terça

Adidas, Puma e Nike consideram novas tarifas à China catastróficas

Trump elevou a 25% as tarifas já existentes sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses

Fitch mantém nota de classificação de risco do Brasil

A agência manteve a perspectiva estável para o país, indicando que a classificação não deve ser alterada nos próximos meses.

Termina primeira audiência do julgamento de Cristina Kirchner

A audiência de hoje foi a primeira de um processo que deve durar o ano todo

Caixa começa a chamar candidatos aprovados no concurso de 2014

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que as contratações têm por objetivo o fortalecimento da rede de agências, valorizando o atendimento aos clientes.