Paulo Guedes, que comanda o núcleo econômico da campanha do candidato Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República, está sendo investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) em Brasília.

O economista é suspeito de ter se associado a executivos ligados ao PT e MDB para fraudar negócios de fundos de pensão de estatais. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

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De acordo com a publicação, Guedes conseguiu captar pelo menos R$ 1 bilhão dessas entidades em seis anos. Caso Jair Bolsonaro, que tem 58 % das intenções de voto no segundo turno, segundo o Datafolha, seja eleito, Guedes deve ser seu ministro da Fazenda.

Procedimento investigativo criminal, instaurado no dia 2 de outubro, está apurando se Paulo Guedes cometeu crimes de gestão fraudulenta ou temerária.

O economista de Bolsonaro também é investigado por suposta emissão e negociação de títulos sem lastros ou garantias ao negociar, obter e investir recursos de sete fundos.

Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa) e Postalis (Correios), além do BNDESPar – braço de investimentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) estão entre as entidades envolvidas no esquema.