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quarta-feira, 22 de maio de 2019 6:3326
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May admite se sentir “irritada” com debate sobre liderança conservadora

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A primeira-ministra do Reino Unido, a conservadora Theresa May, admitiu se sentir “irritada” com o debate sobre a liderança de seu partido e criticou o ex-ministro de Exteriores Boris Johnson por se opor a seu plano do “brexit”, a saída do país da União Europeia (UE).

A chefe de Governo – em entrevista ao programa “Panorama” da “BBC” que será transmitido amanhã, mas divulgado hoje – insiste em que está concentrada em trabalhar pelo futuro do país depois da saída britânica da UE, no dia 29 de março de 2019.

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Theresa May - Foto: PA Wire/PA Images
Theresa May – Foto: PA Wire/PA Images

Há poucos dias, a imprensa revelou que vários deputados conservadores eurocéticos, contrários ao plano de May para o “brexit”, se reuniram para analisar como e quando desafiar a liderança da primeira-ministra, segundo revelou os meios de comunicação.

O plano de May, chamado “Chequers”, quer criar uma área de livre-comércio para bens depois do “brexit”, o que evitaria os controles de alfândegas e manteria aberta a fronteira da Irlanda.

“Sinto-me um pouco irritado (pela liderança), mas este debate não é sobre meu futuro, este debate é sobre o futuro do povo do Reino Unido e do futuro do Reino Unido”, afirmou a premiê.

“É nisso em que estou concentrada e é nisso em que todos deveríamos estar concentrados”, acrescentou May.

Em sua entrevista, a líder conservadora ressaltou que o mais importante é fechar um “bom acordo” com a UE que seja vantajoso para os britânicos, de qualquer região do país, e insistiu: “O que importa é o futuro do povo do Reino Unido”.

Ao mesmo tempo, May criticou a linguagem utilizada por Johnson para rejeitar o plano “Chequers”, ao compará-lo com um imaginário colete suicida, que explodiria o Reino Unido, mas cujo detonador é entregue à UE.

“Devo dizer que a escolha da linguagem é totalmente inadequada. Eu fui ministra de Interior durante seis anos e primeira-ministra dois e acredito que utilizar uma linguagem assim não é correto e não é uma linguagem que eu utilizaria”, afirmou May.

A primeira-ministra insistiu em que “Chequers” é o único plano fará a vontade dos britânicos (que votaram em um plebiscito em junho de 2016 a favor do “brexit”), ao mesmo tempo que vai evitar uma fronteira rígida na Irlanda.

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