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Nick Carter, do Backstreet Boys, não será indiciado por suposto estupro

Nick Carter, integrante do Backstreet Boys, não será indiciado por um suposto caso de estupro, anunciou nesta terça-feira o escritório do promotor do distrito de Los Angeles, nos Estados Unidos.

O escritório recusou o caso porque tinha ultrapassado o limite de tempo para julgar os supostos fatos.

O caso foi apresentado no último dia 2 de agosto pelo Departamento de Polícia de Santa Monica depois que foi redigido um relatório policial contra o artista em fevereiro.

As autoridades não confirmaram a identidade da pessoa que apresentou a denúncia, mas especificaram que o caso estava sendo supervisionado pelo departamento de investigações criminais.

Em novembro do ano passado, a cantora Melissa Schuman, ex-integrante do conjunto Dream, surpreendeu ao acusar Carter publicamente de estupro.

Em uma longa e detalhada publicação em seu blog pessoal, Schuman garantiu que foi violentada por Carter em 2003, quando ela tinha 18 anos e ele, 22.

“Estou impactado e triste pelas acusações de Schuman. Melissa nunca me manifestou quando estivemos juntos ou em qualquer momento desde então que o que fizemos não foi consentido”, disse então Carter em comunicado dirigido à revista “People”.

O cantor explicou que os dois gravaram uma canção e se apresentaram juntos, e defendeu que sempre foi “respeitoso” e “compreensivo” com ela, “tanto pessoal como profissionalmente”.

Nick Carter

Nick Carter

“Esta é a primeira vez que escuto estas acusações, quase duas décadas depois”, afirmou Carter, que assegurou que causar dano ou mal-estar em alguém de maneira intencional vai contra sua forma de ser.

Após a suposta agressão sexual, a cantora tentou denunciar o sucedido e falou com seu representante, mas finalmente decidiram não seguir adiante, uma vez que Carter“tinha o advogado querelante mais poderoso do país”.

Após saber da decisão do escritório do promotor do distrito, Schuman emitiu um comunicado no qual reconhecia que tanto ela como sua família sabiam que era “provável” que seu caso não pudesse ser julgado.

“É algo infeliz que a lei não seja completamente retroativa para investigar estupros que ocorreram no passado, independentemente de quanto atrás no tempo foi”, lamentou.

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