Há quem chame de prêmio de consolação, outros dizem que não vale nada. Fato é que neste sábado (13) Bélgica e Inglaterra entram em campo pela disputa do terceiro lugar da Copa do Mundo.

Depois de deixarem escapar a chance de título, as duas equipes chegam ao duelo com conclusões e ensinamentos. Era esperado um grande futebol dos belgas, e que de fato ocorreu. Com o melhor ataque da Copa do Mundo com 14 gols marcados, os Diabos Vermelhos foram responsáveis pela eliminação do Brasil, fato histórico para a seleção.

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No entanto, na semifinal contra os franceses, Hazard, De Bruyne e Lukaku passaram em branco na derrota por um a zero. Esse time, que nunca conquistou a Copa, terá neste duelo a chance de fazer a melhor campanha em mundiais, dando algum retorno a essa que é considerada a melhor geração da história do país.

Do outro lado, entra em campo uma seleção que há tempos não figura em lugares de destaque nas principais competições. Se ninguém apostava nos ingleses para chegarem entre os quatro principais do torneio, os representantes da terra da Rainha surpreenderam.

Grande parte da boa campanha pode ser creditada ao atacante Harry Kane, atual artilheiro da Copa com seis gols. O time chegou mais longe do que se imaginava, se levarmos em conta as últimas participações em torneios mundiais. Vale lembrar que em 2014 os ingleses sequer passaram da fase de grupos. Além disso, o English Team não chegava a uma semifinal desde 1990.

De orgulho ferido, as duas seleções se encaram em São Petesburgo por um lugar no pódio. A boal rola neste sábado, a partir das onze da manhã, horário de Brasília.

Reportagem, Raphael Costa

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