Todos sabemos que o Zico é o maior ídolo da grande maioria dos flamenguistas. Idolatrado pelos rubro-negros, o Galinho também é venerado por outra nação. O eterno camisa 10 da Gávea foi o grande responsável pelo crescimento do futebol e pela profissionalização da modalidade no país asiático, tanto como jogador como treinador.

A evolução do futebol japonês está diretamente ligada a Zico. O jogador, que estava aposentado desde 1989, voltou aos campos em 1991, no Japão. Por lá seguiu até 1994, quando optou por encerrar a carreira por falta de condições físicas. Após fazer história dentro das quatro linhas, Zico também colocou seu nome na história fora dos campos.

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O ídolo rubro-negro assumiu o comando da seleção em junho de 2002, permanecendo até a Copa de 2006. Nesse período, disputou duas Copas das Confederações e se sagrou campeão da Copa da Ásia, tornando a terra do sol do nascente hegemônica no continente.

Em 2018, na Rússia, o Japão irá participar da sua sexta Copa, todas em sequência. A Copa do Mundo de 1998, na França, marcou a primeira participação dos japoneses em Mundiais. As melhores participações dos samurais vieram nas edições de 2002, quando o país asiático sediou a Copa juntamente com a Coreia do Sul, e em 2010, na África do Sul. Nessas edições, os japoneses alcançaram as oitavas de final. Nos outros Mundiais que participou, o Japão foi eliminado ainda na fase de grupos.

Para se classificar para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, os japoneses ficaram com a primeira colocação no grupo B durante a fase final das Eliminatórias Asiáticas. Na fase anterior, também lideraram sua chave.

Japão
Japão

A seleção do Japão está no Grupo H da Copa do Mundo de 2018. Os adversários da primeira fase serão Polônia, Senegal e Colômbia. A chave é considerada uma das mais equilibradas.

O destaque dentro de campo é o meia Honda, de 31 anos. Apesar de não ter sido convocado com frequência, o experiente atleta do Pachuca, do México, disputará sua terceira Copa do Mundo.

A estreia japonesa no Mundial será no dia 19 de junho, contra a Colômbia, às nove da manhã, horário de Brasília.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes