22.2 C
Rio de Janeiro
quarta-feira, 22 de maio de 2019 6:3021
- Publicidade -

Em pronunciamento, ministro diz que reforma trabalhista consolida direitos

- Publicidade -

Na véspera da vigência da nova lei trabalhista, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, falou em pronunciamento à nação a noite de hoje (10) em cadeia de rádio e TV. Ele reafirmou o discurso do governo de que a reforma trabalhista veio para gerar empregos e não para retirar direitos.

“A modernização teve como base três eixos: consolidar direitos, promover a segurança jurídica e gerar empregos. Consolidar direitos, pois direito não se revoga, apenas se aprimora. Promover a segurança jurídica, pois apenas ela traz crescimento econômico duradouro. E apenas o crescimento econômico pode gerar empregos, o maior de todos os direitos do trabalhador. Assim, foram mantidos todos os direitos trabalhistas”, disse Nogueira.

- Advertisement -

O ministro disse ainda que “o Brasil que trabalha, que quer crescer, comemora a entrada em vigor da lei da modernização trabalhista” e afirmou que o país venceu a crise e está gerando empregos. “Este ano, mais de 1 milhão de pessoas passaram a ter ocupação com renda. Foram criados mais de 208 mil postos de trabalho com carteira assinada. Vencemos a recessão e o emprego voltou. Com a modernização trabalhista iniciamos um novo tempo: o tempo de mais empregos, de mais esperança e de otimismo”.

Protestos

Horas antes do pronunciamento do ministro do Trabalho, centrais sindicais organizaram protestos em diversos estados pedindo a revogação de alguns pontos do texto da reforma.

Segundo os sindicalistas, a lei tem artigos que tiram direitos dos trabalhadores. Entre os pontos apontados como mais problemáticos, citam o trabalho intermitente e o fim da homologação das demissões pelos sindicatos.

Ajustes em pontos polêmicos

Era esperada para hoje a edição de uma Medida Provisória (MP) pelo presidente Michel Temer alterando pontos polêmicos da reforma. Em junho, quando a matéria era apreciada no Senado, o presidente enviou uma carta aos senadores prometendo alterar os pontos polêmicos da reforma.

Segundo assessores próximos a Temer, a expectativa era editar uma MP ainda hoje. Com a ida do presidente para São Paulo, no início da tarde de hoje, o Palácio do Planalto também não soube informar quando o presidente fará essa alteração nos pontos polêmicos. A expectativa é que ocorra no início da próxima semana. Além disso, não há mais uma definição de como essa mudança será feita, se por MP ou via Projeto de Lei.

Dentre esses pontos está a jornada de 12 por 36 horas, na qual o empregado trabalha 12 horas seguidas e descansa as 36 seguintes. Na reforma, que vigora a partir de amanhã, a jornada pode ser definitiva por acordo individual. Na alteração prevista, essa modalidade de jornada só poderá ser fixada em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho.

Outro ponto a ser alterado aborda o tratamento da gestante e do lactante em ambiente insalubre. O texto prevê que a trabalhadora gestante deverá ser afastada automaticamente, durante toda a gestação, apenas das atividades consideradas insalubres em grau máximo. Para atividades insalubres de graus médio ou mínimo, a trabalhadora só será afastada a pedido médico. Depois do ajuste na reforma, gestantes serão afastadas de quaisquer atividades, operações ou locais insalubres durante a gestação.

 

Últimas Notícias

“Chega” de homofobia no futebol, pede Antoine Griezmann

"A homofobia não é uma opinião, é um crime", disse o atacante

Vasco da Gama chega a dois meses de salários atrasados e jogadores podem sair

O receio da diretoria é de perder peças importantes por conta da insatisfação com a situação a qual o clube chegou.

Caças dos EUA interceptam bombardeiros russos na costa do Alasca

A esquadra russa incluía dois bombardeiros estratégicos Tu-95, que foram interceptados na segunda-feira por dois caças F-22

Apenas 38,7% das vagas do Fies foram preenchidas no primeiro semestre

Das 100 mil vagas ofertadas, foram assinados 38.793 contratos

Embratur tem seu terceiro presidente em pouco menos de seis meses no governo Bolsonaro

Gilson Machado teve sua nomeação para o cargo publicada no Diário Oficial da União desta terça

Adidas, Puma e Nike consideram novas tarifas à China catastróficas

Trump elevou a 25% as tarifas já existentes sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses

Fitch mantém nota de classificação de risco do Brasil

A agência manteve a perspectiva estável para o país, indicando que a classificação não deve ser alterada nos próximos meses.

Termina primeira audiência do julgamento de Cristina Kirchner

A audiência de hoje foi a primeira de um processo que deve durar o ano todo

Caixa começa a chamar candidatos aprovados no concurso de 2014

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que as contratações têm por objetivo o fortalecimento da rede de agências, valorizando o atendimento aos clientes.