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segunda-feira, 20 de maio de 2019 12:4141
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UE diz que discurso de May mostra vontade em avançar nas negociações do Brexit

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O principal negociador da União Europeia para a saída do Reino Unido do bloco, Michel Barnier, afirmou nesta sexta-feira que o discurso da primeira-ministra britânica, Theresa May, sobre o Brexit “mostra vontade de avançar” nas negociações, uma vez que uma nova rodada de conversas começa na próxima segunda-feira.

A UE afirmou que não irá falar sobre o futuro relacionamento do Reino Unido com o bloco antes de resolver três questões do divórcio: os direitos dos cidadãos, a situação na ilha da Irlanda e o valor que o Reino Unido deve à UE antes da separação definitiva.

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As promessas de May de preservar os direitos dos cidadãos da UE que vivem no Reino Unido são “um passo à frente”, de acordo com Barnier, mas precisam ser explicados em posições de negociação precisas. Ele afirmou, ainda, que o discurso da premiê britânica não traz nenhuma clareza sobre como evitar o ressurgimento de uma fronteira entre a Irlanda do Norte, que faz parte do Reino Unido, e a República da Irlanda, que permanecerá na UE.

No acordo financeiro, Barnier disse que sua equipe está pronta para discutir a promessa de May de que nenhum outro país da UE deveria pagar mais ou receber menos devido ao Brexit. “Devemos avaliar (…) se esta garantia abrange todos os compromissos assumidos pelo Reino unido como Estado-membro da União Europeia”, afirmou.

Barnier afirmou que a UE analisará seu pedido para o Reino Unido permanecer por dois anos após o Brexit no mercado único e nos acordos de segurança da UE. Ele observou, no entanto, que o Reino Unido teria que estar sujeito à supervisão contínua das instituições do bloco comum, que inclui o principal tribunal da UE e pagamentos contínuos ao orçamento da UE – duas questões divisórias para o governo britânico.

“A UE compartilha o objetivo de estabelecer uma parceria ambiciosa para o futuro”, disse Barnier. No entanto, ele enfatizou que o futuro relacionamento deve se basear em um equilíbrio de direitos e obrigações.

“Nossa ambição é encontrar um acordo rápido sobre as condições da retirada ordenada do Reino Unido, bem como sobre um possível período de transição”, afirmou.

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